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Fantasia No Ar #12 – Freeze Awards 2018

Amigos viciados em Fantasy. A temporada regular da NHL terminou no domingo. Com isso, o fantasy do gelo irá de despedir e só voltará em meados de agosto/setembro com os mocks. Então, essa semana será de divulgar os melhores, as surpresas e decepções de 2017-18.

Por pura nostalgia, decidi separar os jogadores em cada “linha” e os nomes levarão o nome de algum ícone, seja dos Games, Pókemon, quadrinhos… e o porquê de ser o tal. Se o jogador não apareceu na lista, é porque ele cumpriu suas expectativas ou alguém foi melhor (casos de Alex Ovechkin e Phil Kessel, que doeu não colocá-los em nenhuma equipe).

Lembrando que o que conta é a posição de ORIGEM do jogador. Não as secundárias. Avisos feitos, “simbora”:

Linha Sub-Zero (os melhores de 2017-18)

subzero

– Connor McDavid (C, Edmonton Oilers – 41 gols, 67 assistências, +20 plus/minus, 7 game-winning goals e 3 hat-tricks): O time não poderia começar diferente. Mesmo com um time que decepcionou no ano, McDavid destoou dos demais. Justificou ser a principal escolha de todas as ligas possíveis. Será novamente o top-1 em 2018-19.

– Taylor Hall (LW, New Jersey Devils – 39 gols, 54 assistências, +14 plus/minus e 7 game-winning goals): Hall sempre passa despercebido nas primeiras rodadas e fica como válvula de escape a partir da 50ª escolha geral. O camisa #9 escapou das lesões e é um dos principais responsáveis pela ótima campanha de NJ na temporada. Olho nele, que subirá nos mocks em 2018.

– Nikita Kucherov (RW, Tampa Bay Lightning – 39 gols, 61 assistências, +15 plus/minus e 7 game-winning goals): Além de ser o provável MVP da temporada regular, Kucherov comandou uma das melhores campanhas da NHL durante todo o ano. Sem o melhor jogador, não tem sentido o melhor time.

– Drew Doughty (D, Los Angeles Kings – 10 gols, 50 assistências, +23 plus/minus, 127 hits e 128 tiros bloqueados): Caiu com relação ao que apresentou em 2017. No ano novo, Doughty mostrou o porquê de ser um dos melhores da posição na NHL. Continuará sendo um potencial steal, caso não tenha mais defensores a altura.

– Victor Hedman (D, Tampa Bay Lightning – 17 gols, 46 assistências, +32 plus/minus, 139 hits e 110 tiros bloqueados): Mais um dos Bolts e com toda a justiça. Hedman, ao lado de Dougie Hamilton, foi o artilheiro entre os defenseman. E só perdeu para Josh Manson em plus/minus. Mais um que continuará entre os primeiros D a serem escolhidos.

– Andrei Vasilevskiy (G, Tampa Bay Lightning – 64 jogos, 44 vitórias, 167 gols sofridos, 1908 saves e 8 shutouts): Assumiu o gol dos Bolts e sem a sombra de Ben Bishop, Vasilevskiy fez o seu melhor ano da carreira (breakout year). Vai subir para o top-10 geral nos mocks e, se o Silva estiver em alguma liga mundo afora, será sua primeira escolha (nunca vi alguém amar tanto goleiro em fantasy).

Linha Iceman (as surpresas de 2017-18)

iceman

– William Karlsson (C, Las Vegas Golden Knights – 43 gols, 35 assistências, +49 plus/minus, 6 game-winning goals e 2 hat-tricks): A desconfiança com Vegas era compreensível. Mas quem apostou não se arrependeu de nada. William Karlsson, que ninguém acreditava, simplesmente mitou. Foi o líder, e com sobras, em plus/minus de toda a NHL. E no ataque, foi um dos nomes do surpreendente Gold and Bold. O que ele vai subir na lista para 2018…

– Teuvo Teravainen (LW, Carolina Hurricanes – 23 gols, 41 assistências, +8 plus/minus, 3 game-winning goals e 1 hat-trick): Depois de um ano abaixo, Teravainen “se soltou” e mostrou um hóquei bem melhor do que no ano passado. Jogando todas esse ano, Teuvo será um nome a ser observado com bastante carinho. Talento ele mostrou que tem, mesmo em uma equipe de mercado pequeno.

– Jonathan Marchessault (RW, Las Vegas Golden Knights – 27 gols, 48 assistências, +36 plus/minus e 6 game-winning goals): Outra peça que brilhou em Vegas, Marchessault só ficou abaixo de Karlsson nos números. Vai ser bem monitorado para a próxima temporada. E pelo nome, não será difícil deixar passar.

– Matt Dumba (D, Minnesota Wild – 14 gols, 36 assistências, +15 plus/minus, 136 hits e 112 tiros bloqueados): Minnesota começou mal, se recuperou e terminou o ano classificado para a pós-temporada. Dumba foi um dos destaques da sempre boa defesa do Wild. Olho nele se sobrar.

– Ivan Provorov (D, Philadelphia Flyers – 17 gols, 24 assistências, +17 plus/minus, 148 hits e 169 tiros bloqueados): Um defensor raiz! Provorov não decepcionou e surpreendeu em quem apostou no russo. Philadelphia também chegou aos playoffs e os Flyers nunca tiveram uma defesa ruim, mesmo quando estava em baixa. Mais um potencial steal.

– Connor Hellebuyck (G, Winnipeg Jets – 63 jogos, 44 vitórias, 156 gols sofridos, 1892 saves e 6 shutouts): Surpresa em 2017, o goleiro dos Jets confirmou que não é apenas “mais um” dentre dos goleiros da NHL e que o ano passado não foi por acaso. Vai subir ainda mais nos mocks e será um dos mais procurados no próximo ano.

Linha Jynx (as decepções de 2017-18: achou que se deu bem… Vai nessa!)

jynx

– Alexander Wennberg (C, Columbus Blue Jackets – 8 gols, 27 assistências, +22 plus/minus e 2 game-winning goals): Wennberg era para ser uma aposta que desse um bom retorno. O time de Ohio foi bem, mas o C ficou para trás com relação aos outros. Números muito baixos para 66 jogos no ano. Deve recuperar em 2018-19, mas esse ano sem chance.

– Max Pacioretty (LW, Montreal Canadiens – 17 gols, 20 assistências, -16 plus/minus e 4 game-winning goals): para quem esperava mais um ano de artilharia, se decepcionou com os Habs e principalmente com Mad Max. Montreal foi mal como um todo e o LW ainda foi premiado com uma lesão que o tirou do restante do ano. Não será jogado fora para o próximo ano. Por favor, não cometa nenhuma burrice!

– T.J. Oshie (RW, Washington Capitals – 18 gols, 29 assistências, +2 plus/minus e 3 game-winning goals): Oshie foi aquém do ótimo ataque dos Caps. Mesmo ao lado da lenda russa, Alex Ovechkin, o RW ficou devendo demais. E não, ele vale um goleiro em uma trade. Potencial para melhorar em 2019.

– Erik Karlsson (D, Ottawa Senators – 9 gols, 53 assistências, -25 plus/minus, 58 hits e 120 tiros bloqueados): outro com um ano onde deu tudo errado. Karlsson, dentro e fora do gelo, quer apagar 2018 da memória. Mesmo sendo um dos líderes em assistências da NHL, os Sens foram uma tragédia e por pouco o seu capitão não foi trocado. Ainda será um dos grandes alvos do próximo ano.

– Kris Letang (D, Pittsburgh Penguins – 9 gols, 42 assistências, -9 plus/minus, 109 hits e 108 tiros bloqueados): que os Penguins tem um ataque espetacular, isso não se nega. Mas na defesa ficou a desejar. Um dos nomes que poderiam ter um ano melhor era Letang. Ainda tem por onde melhorar para a temporada que vem. Que o time o ajude.

– Braden Holtby (G, Washington Capitals – 53 jogos, 34 vitórias, 153 gols sofridos e 1495 saves): um dos grandes nomes da posição na atualidade, Holtby foi mal em 2018. Sem nenhum SO e também tendo que dividir bastante no gol do time da capital americana, foi bem abaixo das expectativas. Holtby ainda é jovem (28 anos) e vai melhorar. Não o deixem passar se a oportunidade vir.

Ainda essa semana teremos o NBA Awards da temporada 2017-18. Não percam!

Agora vamos às dicas pra continuar mitando no fantasy da MLB

Junis

Quem pode despontar na semana 2 (starter pitcher): Jakob Junis (Kansas City Royals)

Há vida em Kansas. Jakob Junis já vem aparecendo aos poucos e está pegando fogo neste início de temporada. Em dois jogos, não sofreu uma corrida sequer e ainda atuando em 7.0 IP em ambos. Olho nele, pois em começo de campeonato pinta muita surpresa. Jogará no sábado contra o forte ataque dos Angels, em casa.

middleton

Quem pode despontar na semana 2 (relief pitcher): Keynan Middleton (Los Angeles Angels)

Com Blake Parker indo mal e ainda não se encontrando no ano, Kenyan Middleton tem sido a peça mais segura do bullpen dos Halos. Em cinco jogos, só sofreu três rebatidas e não cedeu corridas, com um hold e um save nesse meio tempo. Enquanto Mike Scioscia não define o seu fechador de maneira oficial, tenha-o como alvo.

anderson

Quem pode despontar na semana 2 (hitter): Brian Anderson (3B – Miami Marlins)

Que os Marlins vão penar por alguns anos, isso não se nega. Em compensação, surgem bons nomes para o longo e doloroso rebuild. Um deles que apareceu nesses 11 dias de MLB é Brian Anderson. Assumiu a titularidade após (mais uma) lesão de Martín Prado e agarrou a chance. Dos 10 jogos que atuou, chegou em base em 9 (28,9% baa, 42,4% obp, 11 H, 8 R, 1 HR e 9 RBI). Para um “catadão”, não tenha preconceitos! (regra básica de fantasy). Miami encara o New York Mets (1 jogo) e o Pittsburgh Pirates (3 jogos).

Vitor Silva, com a colaboração de Américo “Monstro” Gomes, especialmente para o blog Major Sports

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