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Fantasia No Ar #13 – NBA Awards 2018

Amigos viciados em Fantasy. Texto especial e exclusivo voltado ao fantasy das quadras. É hora de divulgar os times que fizeram bonito, causaram espanto e xingos nos games mundo afora.

Com uma pequena ressalva. Também foi considerado a posição de origem em quase todas as escolhas, mas no texto de hoje foram abertas algumas exceções. E se seu jogador não aparecer é porque atendeu as expectativas em torno dele, sejam boas ou ruins. Simbora:

2017-18 All-First Fantasy Team

 first

 – Russell Westbrook (PG, Oklahoma City Thunder – 25,4 pontos, 10,1 rebotes, 10,3 assistências e 1,8 roubos de bola em 36,4 minutos por jogo): não é repetição de 2017. Westbrook novamente chegou aos dois dígitos em três requisitos e fez história ao fechar a segunda temporada seguida com um triplo-duplo de média. Continuará entre os primeiros para 2018-19.

– James Harden (SG, Houston Rockets – 30,4 pontos, 8,1 rebotes, 8,2 assistências, 1,7 roubos de bola e 0,9 tocos em 35,4 minutos por jogo): cada vez mais com o comando dos Rockets, James Harden foi espetacular e é o principal favorito ao MVP da NBA da temporada regular. Top-2 nos mocks (só perdendo para o Grego), a justificativa foi atendida. Nem precisa falar que ele estará novamente entre os cabeças em outubro.

– LeBron James (SF, Cleveland Cavaliers – 27,5 pontos, 8,6 rebotes, 9,1 assistências, 1,4 roubos de bola e 0,9 tocos em 36,9 minutos por jogo): a bola cantada para ser o MVP do fantasy também está presente. Médias altas também devido ao fato de LBJ ter que se desdobrar para ajudar os Cavaliers, que penaram durante toda a temporada. Independente de ficar ou não, estará no top-10 nos próximos mocks.

– Anthony Davis (PF, New Orleans Pelicans – 28,1 pontos, 11,1 rebotes, 2,3 assistências, 1,5 roubos de bola e 2,3 tocos em 36,4 minutos por jogo): sem Cousins por boa parte do certame, AD cresceu e quem agradece é o seus donos nos fantasies. Sem as lesões, que foi crucial para o seu desempenho. Top-3 em 2015, Davis voltará para tal.

– Karl-Anthony Towns (C, Minnesota Timberwolves – 21,3 pontos, 12,3 rebotes, 2,4 assistências, 2,4 roubos de bola e 0,8 tocos em 35,6 minutos por jogo): KAT fecha a lista com todas as honrarias possíveis. Towns mantém uma constante muito boa e ainda é uma escolha segura na primeira rodada. Seguirá assim para o próximo campeonato.

 

2017-18 All-Second Fantasy Team

 second

– Damian Lillard (PG, Portland Trail Blazers – 26,9 pontos, 4,5 rebotes, 6,6 assistências e 1,1 roubos de bola em 36,6 minutos por jogo): Blazers cresceu, arrancou e chegou aos playoffs. O time do Oregon está lá muito graças ao seu armador. Ficará entre a primeira e segunda rodada em 2018-19.

– Victor Oladipo (SG, Indiana Pacers – 23,1 pontos, 5,2 rebotes, 4,3 assistências e 2,4 roubos de bola em 34,0 minutos por jogo): de ignorado em OKC a provável MIP em 2018. Oladipo, com um time “pra si”, é outro jogador. Vai subir nos mocks tranquilamente. Olho nele a partir da segunda rodada (e não é exagero).

– Giannis Antetokounmpo (SF, Milwaukee Bucks – 26,9 pontos, 10,0 rebotes, 4,8 assistências, 1,5 roubos de bola e 1,4 tocos em 36,7 minutos por jogo): ano passado só não virou C, mas em 2018 o Grego teve uma leve queda. Mas isso não o impediu de aparecer nos times da temporada. Vai ter seu valor decaído, mas não deve sair da primeira rodada.

– Nikola Jokic (PF, Denver Nuggets – 18,5 pontos, 10,7 rebotes, 6,1 assistências e 1,2 roubos de bola em 32,5 minutos por jogo): o primeiro point-center da história tem que estar na equipe. Não fosse AD, Jokic era primeiro time pelo conjunto da obra. Firmado como uma das estrelas da NBA, será de grande valia em uma primeira rodada. All-around player em fantasy não vale ouro: vale platina.

– Andre Drummond (C, Detroit Pistons – 15,0 pontos, 16,0 rebotes, 3,0 assistências, 1,5 roubos de bola e 1,6 tocos em 33,7 minutos por jogo): Drumonstro evoluiu em todos os aspectos, mas fica no segundo time por ter alguém que foi melhor que o pivô de Detroit. Ignorado nas primeiras rodadas, considere-o como steal. Sempre.

2017-18 All-Third Fantasy Team

 third

– Kyle Lowry (PG, Toronto Raptors – 16,2 pontos, 5,6 rebotes, 6,9 assistências e 1,1 roubos de bola em 32,2 minutos por jogo): ainda é uma escolha que, se não pensado como o salvador da pátria, ajuda para compor o time. A briga foi complicada, pois Kemba Walker também poderia pintar na equipe, mas a temporada de Lowry foi melhor como um todo. Ambos não devem mudar de patamar para outubro.

– DeMar DeRozan (SG, Toronto Raptors – 23,0 pontos, 3,9 rebotes, 5,2 assistências e 1,1 roubos de bola em 33,9 minutos por jogo): entra na categoria “Drummond”: steal a partir da terceira rodada. DeRozan ainda é um dos poucos que sobrevive fora da tendência da liga e é um pontuador confiável. E assim como Lowry, não deve mudar muito para 2019.

– Kevin Durant (SF, Golden State Warriors – 26,4 pontos, 6,8 rebotes, 5,4 assistências e 1,8 tocos em 34,2 minutos por jogo): Durant foi o melhor de GS mesmo com o time sofrendo muitas lesões (ele também entrou nessa lista, acredite). Terá seu valor mantido e se os Warriors não tiverem com tamanho azar, o ala deve ter números bem melhores do que desta temporada.

– LaMarcus Aldridge (PF, San Antonio Spurs – 23,1 pontos, 8,5 rebotes, 2,0 assistências e 1,2 tocos em 33,5 minutos por jogo): sem Kawhi e colocando as brigas com Pop de lado, LMA carregou o Spurs para os playoffs em uma ótima temporada, mostrando que ainda tem gasolina no tanque. Subirá nas escolhas com potencial para uma segunda rodada.

– Dwight Howard (C, Charlotte Hornets – 16,6 pontos, 12,5 rebotes, 1,3 assistências e 1,6 tocos em 30,4 minutos por jogo): nunca duvide de DH12 no fantasy. Pode ser problemático e ter sua saída comemorada por onde passa, mas no game ele é muito útil. Não digo para cometerem loucuras e buscarem ele na primeira rodada, mas se sobrar um C no final, Howard é uma ótima pedida.

2017-18 All-Rookie Fantasy Team

 rookie

 – Ben Simmons (PF, Philadelphia 76ers – 15,2 pontos, 8,1 rebotes, 8,2 assistências e 1,7 roubos de bola em 33,7 minutos por jogo): ele não é armador de ofício, mas joga como tal e merece abrir o time dos calouros. Simmons chegou a parecer veterano em alguns momentos por seu talento fazer com que os demais calouros nem fossem citados (até certo ponto). Outro que subirá demais para 2019.

– Donovan Mitchell (SG, Utah Jazz – 20,5 pontos, 3,7 rebotes, 3,7 assistências e 1,5 roubos de bola em 33,4 minutos por jogo): Mitchell abalou a liga com uma intensidade e entrega que há muito tempo não se via. O camisa #45 de Utah não deve ser o ROY, mas será olhado com bastante atenção para 2019. Mais uma grande estrela está nascendo.

– Kyle Kuzma (PF, Los Angeles Lakers – 16,1 pontos, 6,3 rebotes e 1,8 assistências em 31,2 minutos por jogo): ele encheu os olhos que ninguém menos do que Magic Johnson. A empolgação foi correspondida em quadra, com Kuzma assumindo até o protagonismo que era planejado para Lonzo Ball. Muito bom jogador. A ser observado para 2019 em uma quinta rodada de draft.

– Lauri Markkanen (PF, Chicago Bulls – 15,2 pontos, 7,5 rebotes e 1,2 assistências em 29,7 minutos por jogo): um dos calouros mais surpreendentes da classe, o finlandês quebrou algumas marcas no novo Chicago Bulls (100 cestas de três em menos jogos como calouro – 41). Será, ao lado de Kris Dunn, os únicos nomes do Bulls que serão draftados em 2019.

– John Collins (PF, Atlanta Hawks – 10,5 pontos, 7,3 rebotes, 1,3 assistências e 1,1 tocos em 24,1 minutos por jogo): teve que ficar pouco tempo em quadra por opção de Mike Budenholzer, mas sempre mostrou bastante eficiência. Collins não é jogador de grandes holofotes, mas é muito útil para ajudar quando o caldo engrossa. Será lembrado a partir do meio do draft.

2017-18 All-Surprise Fantasy Team

 surprise

 – Jrue Holiday (PG, New Orleans Pelicans – 19,0 pontos, 4,5 rebotes, 6,0 assistências e 1,5 roubos de bola em 36,1 minutos por jogo): cada vez mais atuando como SG do que PG, Holiday assumiu a responsabilidade de ser um dos pontuadores de NOLA e longe das lesões, surpreendeu em quem apostou no camisa #11. Peça confiável para compor o seu time.

– Will Barton (SG, Denver Nuggets – 15,7 pontos, 5,0 rebotes, 4,1 assistências e 1,0 roubos de bola em 33,1 minutos por jogo): Barton foi mais que um reserva de luxo. Geralmente escolhido da metade do draft para o final, o ala-armador fez uma grande temporada e ajudou quem precisava de jogador na posição mais carente do fantasy. Seu valor subirá consideravelmente.

– Rondae Hollis-Jefferson (SF, Brooklyn Nets – 13,9 pontos, 6,8 rebotes, 2,5 assistências e 1,0 roubos de bola em 28,3 minutos por jogo): se afastou um pouco das lesões e fez com que aqueles que o escolheram nos finais dos seus respectivos drafts felizes com o desempenho do ala. Não deve ter seu “passe” aumentado, mas fica a dica para quem procura por talentos escondidos.

– Tobias Harris (PF, Detroit Pistons/Los Angeles Clippers – 18,6 pontos, 5,5 rebotes e 2,4 assistências em 33,4 minutos por jogo): para quem esperava uma queda no seu jogo quando se mudou para LA, ficou sem palavras para a melhora do ala-pivô. Harris assumiu o comando de ataque dos Clippers e por pouco não levou o time aos playoffs. Olho nele.

– Steven Adams (C, Oklahoma City Thunder – 13,9 pontos, 9,0 rebotes, 1,2 assistências, 1,2 roubos de bola e 1,0 tocos em 32,7 minutos por jogo): as atenções estavam voltadas no trio, mas quem fazia o trabalho pesado merece destaque. Adams mostrou eficiência e mesmo que as pessoas olhem torto, o neozelandês tem o seu valor. E não é diferente no fantasy. Pode pintar como pivô #2 dos times para o próximo campeonato.

2017-18 All-Frustrate Fantasy Team

 frust

 – Milos Teodosic (PG, Los Angeles Clippers – 9,5 pontos, 2,8 rebotes e 4,6 assistências em 25,2 minutos por jogo): veio com bastante bagagem da Europa, mas acabou decepcionando não só nos números, como teve que conviver com as lesões na planta do pé. Isso será determinante para sua posição nos mocks em outubro.

– Lance Stephenson (SG, Indiana Pacers – 9,2 pontos, 5,2 rebotes e 2,9 assistências em 22,6 minutos por jogo): para quem esperava um velho Lance ou um tiro certeiro, se enganou. Stephenson não será mais o mesmo e sim: ou sai no final do draft ou estará aguardando alguém buscá-lo no bacião.

– Nicolas Batum (SF, Charlotte Hornets – 11,6 pontos, 4,8 rebotes, 5,5 assistências e 1,0 roubos de bola em 31,0 minutos por jogo): começou a temporada lesionado e quando voltou não foi aquele Batum dos triplos-duplos. Pior: nem chegou perto disso. Uma pena para quem apostou no francês. Seu valor certamente cairá.

– Greg Monroe (PF, Milwaukee Bucks/Phoenix Suns/Boston Celtics – 10,3 pontos, 6,9 rebotes e 2,2 assistências em 20,4 minutos por jogo): se queimou sozinho. Ao começar após a troca que o mandou para Arizona. Monroe fez bico, assinou o buyout e foi para o Celtics, onde o garrafão já era consolidado e dificilmente teria uma mudança. Vai ter que falar menos e jogar mais.

– Marcin Gortat (C, Washington Wizards – 8,4 pontos, 7,6 rebotes, e 1,8 assistências em 25,3 minutos por jogo): impressiona a queda nos números do martelo polonês. Escolha certa em fantasy pela sua regularidade, Gortat foi irreconhecível na temporada tendo em conta que não tinha ninguém na sua sombra ou uma lesão que o atrapalhasse. Vai descer nos mocks.

 

Menção honrosa

leonard 

– Kawhi Leonard (SF, San Antonio Spurs): é difícil entrar nas decepções por passar 80% da temporada parado. Mas o que essa situação é estranha e sem fim… Uma escolha de primeira rodada jogada no lixo.

 

Vitor @chaveatle Silva é o responsável pelo Power Ranking da NBA e da coluna semanal de fantasy, ou seja, letrado nível hard, um orgulho pra equipe do Major Sports.

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