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ESPECIAL: Os Drafts na “Big 4”

Rotina para quem acompanha as principais ligas norte-americanas há algum tempo. Para quem está começando agora a assistir, iremos explicar como funciona o draft.

Ele nada mais é do que um sistema de recrutamento de novos jogadores que querem ingressar na NBA, MLB, NHL e NFL. Em sua grande maioria, os jovens atletas acabam saindo do universitário para se profissionalizar no esporte.

Mas cada uma delas segue um padrão para a seleção e algumas regras variam de uma para outra. Por isso, vamos mostrar o seu funcionamento, benefícios e defeitos que cada uma gera.

NBA

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Classe de 2017 da NBA (foto: NBA.com)

Na NBA o draft começou em 1947, e desde então sempre passa por mudanças. Começando pelo número de rodadas: entre 1960 e 1968 eram nada menos do que 21 rodadas de seleção. Em 1974, estabilizou em 10. Em 1985, caiu mais um pouco, para 7. Até que em 1989, em acordo com a associação dos jogadores da NBA, fixou em duas rodadas de seleção, como é conhecido até hoje.

Outro fator era a ida do jogador para o draft. Nos primórdios da liga, haviam brechas que permitiam que os jogadores poderiam sair do high school (o equivalente ao ensino médio no Brasil) mesmo sem concluir os estudos para se tornarem atletas profissionais. O primeiro jogador a atravessar a barreira foi Reggie Harding, que escolhido pelo Detroit Pistons em 1962, na quarta rodada.

Em 1971, a suprema corte americana decidiu que os jogadores que saírem do high school deverão ter concluído os estudos (quatro anos) para se tornar um selecionável. O primeiro jogador a ser escolhido neste formato não foi pela NBA, e sim pela ABA: Moses Malone (um dos grandes pivôs da história), em 1974. Há outros grandes jogadores que foram para a NBA assim: Kevin Garnett, Kobe Bryant, LeBron James, Amar’e Stoudemire, entre outros. O mais recente é o pivô Thon Maker, hoje no Milwaukee Bucks. Ele veio de uma escola preparatória do Canadá (Orangeville Prep), depois de um ano como pós-graduado na escola, em questão. No Canadá, Maker já poderia ser inscrito em uma universidade local em 2015, mas optou por seguir no high school.

Em 2005, liga e associação dos jogadores decidiu adotar as regras que são conhecidas hoje: o atleta que sair do high school estadunidense só poderá ser elegível um ano após a sua formação e/ou ter idade mínima de 19 anos (‘ou’ no caso dos jogadores que vêm de outras ligas mundo afora). Isso ficou exposto em 2006 quando alguns jogadores optaram por jogar fora dos EUA para se tornarem elegíveis mais cedo. Brandon Jennings, em 2008 por exemplo, fez esse caminho ao jogar na Itália por uma temporada.

Falando em Europa, os jogadores elegíveis vindos de outras ligas profissionais também passaram por muitos entraves. Oscar Schmidt, o Mão Santa, foi selecionado pelo New Jersey Nets (hoje Brooklyn) em 1984. Na época, o jogador que fosse para a NBA não poderia mais ser convocado para a seleção de seu país. Oscar optou por não se profissionalizar na NBA e seguiu na Europa (mas esse não foi o único motivo). Outros nomes, como o do lendário Arvydas Sabonis, também não optaram por irem de imediato (neste caso também envolve questões políticas). Só depois com o reconhecimento da FIBA e liberação para os atletas defenderem os seus países nas competições internacionais que jogadores como Drazen Petrovic, Vlade Divac, Sarunas Marciulionis, por exemplo, foram para a NBA. Hoje, a globalização é bem maior do que se imaginava nas décadas passadas.

Agora passando as equipes, como é definida a ordem de seleção:

  • Os 14 times que não se classificaram para os playoffs vão para o draft lottery;
  • É no mesmo molde de um sorteio da Mega-Sena, mas cada equipe tem a sua porcentagem na quantidade de bolinhas a serem sorteadas;
  • Quanto pior for a campanha, maiores as chances de sair pelo menos no top-3;
  • Após a seleção dos 3 primeiros, a ordem seguirá inversa a classificação final da temporada regular na primeira rodada;
  • Na segunda rodada é a ordem inversa da classificação final da temporada regular, sem a loteria.

Com esse sistema, muitas equipes se aproveitam do fato de não terem nada a perder e adotam o tank (tática para escalar os times – ou até poupar titulares visando o término da temporada) com o intuito de perder mais jogos possíveis e assim ter maiores chances na loteria.

É um método que desagrada liga (diminui a competitividade) e fãs, pois ninguém quer ver seu time perder e em alguns casos deixam de forma, se não escancarado, bem notória. Um exemplo básico aconteceu no atual certame envolvendo Charlotte Hornets e Memphis Grizzlies. Mesmo com algumas opiniões sucintas (né, Mark Cuban?) dos donos das equipes, a NBA multa (e de forma pesada) os times que vão descaradamente para perder. Passando primeiramente por uma advertência e depois aplicando a punição no bolso dos clubes.

No Chicago Bulls em 2017-18, Robin Lopez e Justin Holiday foram para o banco e sequer jogavam por conta de mudanças na rotação para “desenvolver” os jogadores que estavam no banco (lê-se David Nwaba e Cristiano Felício). Depois de duas semanas, a liga interveio, forçando o time a colocar os jogadores de volta na rotação já que não era caso de lesão que os tirasse de ação. Quando entravam, jogavam apenas 10-12 minutos e só.

Até 2018, a tabela de probabilidades beneficia o pior time já que ele tem maiores chances de sair com a pick #1

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Tabela com as probabilidades de cada equipe. Cada número representa a chance da bolinha com seu time ser sorteada para o top-3. Fonte: tankathon.com

Em 2019, a NBA pretende diminuir o “estrago”. Ao invés de somente o time de pior campanha ter as maiores chances de sair com uma escolha alta, as probabilidades serão divididas entre os três mais bem “rankeados” que terão suas chances no sorteio de forma igualitária. Com essa ideia, acredita-se que o tank pode, se não extinto de vez, diminuído. E ao invés de três equipes serem sorteadas, o número aumentará para 4.

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Probabilidades na loteria a partir de 2019 (número sem parênteses – nova probabilidade. Com parênteses – antiga fórmula). Fonte: @wojespn

Prós: não significa que ser o pior é sinônimo de sucesso. Há casos de equipes que tinham chances baixíssimas de ficar no topo do draft e conseguiram. Um exemplo recente aconteceu em 2014, onde Cleveland saiu com 1,7% de chances, foi sorteado para a primeira escolha e draftou Andrew Wiggins. E em questão também dos jogadores de fora poderem atuar na NBA, sem nenhuma restrição com o seu país que defende, o que mostra grande evolução dos anos 80 pra cá.

Contras: as falhas são grandes, e o número de lacunas a serem preenchidas idem. O tank é a mais crítica delas, mas com o novo sistema pode ser amenizado. As chamadas da NBA para os times pelo menos jogarem com o que tem de melhor também prejudica de forma geral, só expondo a situação. Outro ponto que acaba pesando é a questão do atleta ir muito cedo para o draft, sem passar por um maior desenvolvimento no universitário. Os selecionados são tratados como salvadores da pátria de início, mas se não for um mega talento (Ben Simmons) pode acabar se queimando e perdendo a chance da vida. A classe de 2016 é um exemplo, tanto que só um ano depois os jogadores que foram selecionados estão dando resultados, cada caso sendo tratado de maneira distinta (Brandon Ingram, Kris Dunn, Jamal Murray, etc).

NHL

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Nino Hischier – a primeira escolha de 2017 que acabou saindo de um sorteio improvável (foto: NY Sports Day)

A NHL segue no mesmo padrão de loteria, semelhante a NBA, desde 2012. Mas por lá o sistema já era adotado da mesma forma, mas com resultado diferente ao que é conhecido.

A equipe que fosse sorteada “pularia” apenas quatro posições no draft, imaginando a ordem inversa sem sorteio. Exemplo prático: se um time terminou com a 10ª pior campanha e fosse sorteado, ele subiria para a 6ª posição e os demais cairiam uma. Para ser o primeiro geral, apenas os cinco times de pior campanha poderiam “concorrer”.

Hoje, isso é fora de questão. A diferença fica para as 16 equipes que vão para os playoffs, onde os times que ficam pelo caminho até as finais de conferência, são separados como um “bloco” onde segue a ordem do pior para o melhor dentre essas equipes. As quatro últimas escolhas são reservadas para as equipes finalistas de conferência (28 e 29) e dos times da Stanley Cup (30 e 31). Em resumo: a pós-temporada define a ordem final do draft, como também acontece na NFL (assunto para mais a adiante).

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Probabilidade da NHL para a loteria da temporada 2017-18 (retirado dia 5/3/18 – fonte: tankathon.com)

*Escolha do Calgary Flames pertence ao New York Islanders
**Escolha de St.Louis Blues, caso não seja top-3, vai para o Philadelphia Flyers

Para o atleta ser elegível, a NHL adota as seguintes regras:

  • Todos os jogadores que tem 18 anos e nasceram antes de 15 de setembro (no caso de 2018, a data limite é 15/9/2000);
  • Jogadores de até 20 anos que nasceram antes do dia 31 de dezembro (no caso de 2018, a data limite é 31/12/1998);
  • Jogadores acima de 20 anos que não nasceram nos Estados Unidos, independente da região ou liga que dispute.

Vale lembrar que, na criação do draft em 1963, só jogadores abaixo de 20 anos poderiam participar da seleção (e que nunca haviam atuado profissionalmente). Em 1979, a NHL mudou a regra para que os profissionais de outras ligas pudessem entrar (na época era conhecido como World Hockey Association – hoje está extinta). Desde então, apenas a loteria apareceu como novidade. As regras de seleção citadas são as mesmas há 38 anos.

E na NHL, com o time de Seattle na liga a partir da temporada 2020-21, teremos o Expansion Draft (draft de expansão). Assim como foi com o Las Vegas Golden Knights, a expansão funciona de forma simples (citando o exemplo do novato):

  • A nova equipe terá direito a escolher 30 jogadores, sendo no mínimo 14 jogadores de ataque (forwards), 9 defensores (defenseman) e 3 goleiros (goaltenders);
  • Dos 30, pelo menos 20 têm que estar sob contrato na temporada vigente ao da expansão (no caso de Vegas, 2017-18);
  • Os jogadores escolhidos, pelo salary cap (teto salarial) devem estar, somando tudo, com pelo menos 60% do teto comprometido;
  • Se engana quem pensa que todos os jogadores podem ser escolhidos. Cada equipe enviará para a NHL uma lista com os seus protegidos, como se dissesse para os Golden Knights: “podem escolher da nossa equipe, exceto esses daqui”.

Como é um sistema que é adequado às demais ligas quando uma nova franquia se junta a liga, as mudanças em si são por número de jogadores e o que a liga em questão estabelece como detalhes a serem seguidos.

Outro fator que aparece para a NHL é o farm system. Cada equipe tem a sua filial em alguma liga paralela a NHL (AHL, WHL e ECHL) para o atleta se desenvolver antes de ser chamado para a liga principal. É semelhante ao da MLB, mas com a “vantagem” de (caso o jogador seja muito talentoso) o calouro nem passar por lá e já atuar na liga. Bem diferente da MLB (já vamos chegar lá).

Prós: por ser novo, as equipes que vão mal também não tem o benefício de serem a primeira automaticamente. Apenas o Toronto Maple Leafs, em 2016, conseguiu “cravar” seu favoritismo. Já em 2017, o top-3 foi totalmente inesperado (New Jersey Devils – 8,5% de ser o #1, Philadelphia Flyers – 2,4% de ser o #2 e Dallas Stars – 6,4% de ser o #3). O Colorado Avalanche, que foi o pior, sequer foi sorteado.

Contras: como toda a loteria que se preze, não tem jeito. Sempre haverá brechas para o tank ser executado. Mas como o sistema de escolhas não se mostrou 100% eficaz para quem fica com a pior campanha.

NFL

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Roger Goodell comanda o draft da NFL (e a cada anúncio, tome vaia – foto: Sporting News)

O draft da NFL é o mais antigo de todas as ligas americanas. O primeiro aconteceu em 1936, na Pensilvânia. E a primeira escolha sequer jogou na NFL. Isso mesmo: Jay Berwanger foi selecionado pelo Philadelphia Eagles na ocasião e trocado para o Chicago Bears, pois Phila não conseguiria pagar a pedida para o HB jogar (U$ 1000 por jogo). Mas George Halas também não conseguiu convencer o atleta a atuar pelos Monsters of Midway.

Se nos anos 30 eram 81 jogadores para serem escolhidos por 9 rodadas, hoje o número de jogadores aumentou (256) e as rodadas diminuíram (7) muito em conta pelo número de equipes (9 em 1936 para 32 em 2018 – mais que o triplo). E as posições de jogo também passaram por grandes mudanças (9 em 1936 para 24 em 2018 – sendo que em 1936 não existia times de ataque e defesa distintos, bem diferente do que é hoje).

A única regra para se tornar elegível é ter completado o high school por pelo menos três anos. Na NFL, só existem duas classes de calouros (sophomore e junior) e tem data limite para se inscrever no draft (em 2018, era até 15 de janeiro).

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No futebol americano, assim como é na MLB, a ordem é inversa a classificação final do campeonato anterior e vai sendo destrinchado conforme o playoff se desenvolve (semelhante a NHL). Explicando: as 20 primeiras escolhas pertencem aos times que ficaram na temporada regular. As escolhas 21 a 24, são dos times que foram eliminados na rodada de wild card. 25-28 (divisional series), 29-30 (conference finals) e 31-32 (super bowl) fecham de acordo com a fase em que as equipes ficaram pelo caminho. Quanto mais longe se chega, mais para trás fica no draft. A ordem é a mesma para todas as rodadas.

E a Free Agency acaba influenciando em outro aspecto que é pouco divulgado: as escolhas compensatórias (compensatory picks). Essas escolhas são reservadas para os times que ganharam ou perderam na FA (com uma fórmula para descobrir se a equipe merece uma pick extra). Elas podem variar da terceira até a sétima rodada dependendo da necessidade, como também podem ser trocadas no draft. O anúncio dos ganhadores é divulgado um mês antes (em março) da seleção. Clique aqui e confira as compensatory picks para 2018.

Prós: o calouro que é selecionado vai mais pronto para a NFL, já que consegue se desenvolver por bastante tempo na universidade e o risco de bust não costuma ser elevado. As chances de dar errado podem variar vindo do atleta não aproveitar a chance ou do time em desenvolver o mesmo.

Contras: o tank na NFL consegue ser efetivo, pois não há controle e nem loteria que impeça o pior de ser o #1 na noite de recrutamento. Se for bem feito, as chances de sair no topo da lista são enormes.

MLB

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Draft da MLB de 2016 – Parece sim, uma sala de aula (foto: sbnation.com)

O draft da MLB também tem suas peculiaridades. De todos as ligas, é o único que acontece no meio da temporada do beisebol (em junho). Em questão de data, o draft começou a ser realizado em 1965.

Além de ser com o campeonato em andamento, a ordem para seleção também segue inverso a temporada regular anterior, com um adendo: os playoffs não interferem na ordem final. Na MLB também tem as regras de escolhas compensatórias para equipes que não conseguiram que seus atletas assinassem a qualifying offer na Free Agency e assinaram com outras equipes. A liga disponibiliza uma escolha extra (casos de Kansas City e Cleveland em 2018).

Outro ponto que chama a atenção é do fato de picks não poderem ser negociadas, a única exceção à regra já que nas demais ligas isso é permitido (até mesmo na noite de seleção). Exemplo: se um jogador foi negociado para outra equipe, essa equipe só poderá incluir jogadores da sua farm system atual para complementar a troca. As picks são únicamente para o draft.

Para a seleção do draft, a MLB adota os seguintes critérios:

  • Ser residente ou cursar o ensino médio em uma escola dos Estados Unidos, Canadá ou Porto Rico. Jogadores de outros países não podem ser elegíveis, a menos que a equipe que assinar com o jogador tenha uma instituição educacional nas áreas mencionadas pela MLB;
  • Nunca ter assinado um contrato de minor league;
  • Jogadores vindos do high school podem ser eleitos após o término do ensino médio e desde que não tenham ingressado na faculdade;
  • Jogadores que passarem por quatro anos no universitário podem ser eleitos até três anos depois que ingressaram na instituição, ou depois que completarem 21 anos (o que vier primeiro neste caso);
  • Jogadores de universidades “junior” ou comunitárias podem se eleger sem restrições.

E na MLB, em 99% dos casos os calouros draftados dificilmente não passam pelas “categorias de base”. Cada equipe da liga tem times filiados nas ligas menores e conforme o jogador vai se desenvolvendo, vai subindo de nível até o clube chegar em um consenso de subir para as majors (em geral isso acontece com jogadores que estão na Double-A ou Triple-A).

Prós: por se tratar de um sistema diferente das demais ligas, a não-troca de escolhas exerce uma outra dinâmica, pois “força” a ter os calouros num primeiro momento e o time pode desenvolver e ter uma Farm para usufruir futuramente, ou trocar em busca de jogadores tarimbados. San Francisco, que mandam seus melhores nomes de lá para ter medalhões, é um exemplo da segunda opção.

Contras: o número de rodadas. Ao todo são 40 durante 3 dias de seleção e jogadores que são selecionáveis de uma sexta, sétima rodada em diante dificilmente sobem e alcançam o objetivo final. Um caso raro e recente é Trey Mancini, do Baltimore Orioles. O 1B/LF foi selecionado na 8ª rodada de 2013 e chegou na MLB em 2016. Jose Bautista é outra exceção, já que saiu da 23ª rodada da sua classe. Outro fator é o tempo de espera para o calouro desenvolver e chegar nas grandes ligas. Nem todos são Aaron Judge, Bryce Harper e Manny Machado, então é trabalho de formiga e paciência.

Opinião

Por se tratar de sistemas e todo o que envolve, minha classificação dos drafts das grandes ligas (em ordem do melhor para o pior) é:

NFL -> NHL -> MLB -> NBA

NFL e NHL são os casos de sistemas mais simples, que não tem complexidades para serem entendidos, e que são pouco falados no quesito de alterações. Resumindo: está andando, sendo eficaz e tem poucas falhas, o que contribui para tal. A vantagem da NFL é na questão do calouro não subir “às pressas”, ou seja, quando chega na liga já está mais preparado como um todo.

MLB não pelas diferenças, mas sim pelo excesso de escolhas e de muitos deles nem chegarem no objetivo final. O lado bom é que o jogador selecionado é desenvolvido de acordo com o que a franquia considera ideal. E tem equipes que conseguem se manter fortes por lá, e isso se reflete em campo. Uma Farm forte é uma nova esperança, seja qual rumo for tomar (subir a garotada para as majors ou trocar por estrelas).

NBA é o caso mais sério e que precisa passar por algumas mudanças para deixar de ser uma “mamata” e se tornar um sistema mais eficaz para as equipes e jogadores que ingressam neles. Falam em muitas formas de mudar (chegaram a cogitar que cada equipe poderia ser a pick #1 e isso seria revezado para as demais em uma espécie de rodízio) e alguns são radicais, chegando a pedir o fim do draft. O passo inicial em equilibrar as escolhas é válido e em 2019 saberemos se a NBA finalmente terá um sistema que seja eficiente. Mas isso só quando a temporada estiver em andamento.

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