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Fantasia No Ar – Especial NBA 2018-19

Amigos viciados em Fantasy e da bola laranja. É hora de falar do game das quadras. Não falaremos de NBA Live ou do 2K19 (EA ou 2K, venham patrocinar o MSB!) e sim do fantasy game que vem crescendo e ganhando adeptos Brasil afora.

Neste texto virão algumas dicas, sleepers, estratégias em conjunto com o mestre da área: Michel Almeida. Sem antes matar a saudade do momento que está parado desde o semestre passado.

Momento Pai Mei

 arthur

O momento de sabedoria é protagonizado pelo hermano Artur Nunes, para definir como é jogar contra Michel em fantasy de NBA.

A estratégia fatal – Lone Star

Antetokounmpo

Para os amantes da bola laranja, o segredo está na única e simples frase: quem tem all-around player, tem tudo! Jogadores que dominam as stats de seus times são os que tendem mais a brilhar nas ligas.

Por mais que se tenham pontuadores como Khris Middleton, por exemplo, é o grego Giannis Antetokounmpo que ganha destaque por ser pontuador, reboteiro, o maior assistente e ajudar em roubos de bola e tocos. Quanto mais máquinas assim, melhor.

LeBron James, Anthony Davis, Russell Westbrook, Ben Simmons e James Harden puxam a fila dos all-around mais gabaritados. Certo… E os demais? Lembrando que é apenas uma pequena parcela desses jogadores que dominam nos seus times.

Para isso, procure por aqueles que fazem o básico, mas com excelência. Hassan Whiteside é um pontuador regular, mas ótimo nos rebotes e tocos, é um desses casos (quando está saudável). Outros dessa categoria? Dwight Howard, Andre Drummond, Marcin Gortat, DeAndre Jordan…

Escolhendo dos contenders

hayward

No geral, os times mais fortes costumam a ter os seus jogadores mais visados. Casos de Golden State Warriors, Houston Rockets e Boston Celtics (os principais favoritos para este ano). Harden é o que puxa a maior parte dessa leva, por ser o ‘dono’ de Houston. Golden State (principalmente após a perda do 73-9), costuma rodar bastante suas peças e salvo algumas exceções (Curry e/ou Klay Thompson encapetados), costumam ter sua pontuação bem distribuída entre seus titulares.

O alviverde de Boston contará com a volta de Gordon Hayward para este campeonato. O que pode ser ótimo para os donos de Kyrie Irving e Al Horford no quesito assistências, porém pode ser uma baixa se for pensar em pontos.

Claro que não é fácil na hora de selecionar os medalhões para as primeiras rodadas (no final a coisa fica bem pior), mas sempre coloque isso na balança quando for selecionar algum atleta dessas equipes. Vale outro alento: eles costumam ser os favoritos a jogar no primetime (terça ou quinta-feira – dia de rodada curta), o que pode ser o fiel da balança em um confronto apertado.

O outro lado da moeda

dallas

E dos times em reconstrução? Aqui vai uma dica preciosa: olho nos rookies! Sim, os calouros dos times que estarão na parte baixa da tabela podem te surpreender mesmo que não tenham a badalação daqueles que jogam nas equipes de maior holofote. Veja o exemplo do ano passado: todos falavam em Markelle Fultz e Lonzo Ball. Certo que um perdeu o ano por lesão, mas Ball (quando jogou) alternou noites espetaculares como fez partidas pífias.

Quem brilhou? Donovan Mitchell (escolha intermediária de loteria), Lauri Markkanen (troca com Minnesota na noite do draft) John Collins (pivô dos Hawks oriundo de escolha intermediária) e Kyle Kuzma (escolha de final de primeira rodada). Não tiveram a mesma atenção que as primeiras escolhas, mas deixaram ótimas impressões nos seus times. Mitchell então, nem se fala.

Hoje, os calouros que despertam mais o interesse dos GMs são DeAndre Ayton (Suns), Marvin Bagley III (Kings) e Luka Doncic (Mavericks). São os mais regulares e que causarão maior impacto inicial em suas equipes neste início de temporada.

Apostas que correm por fora são Kevin Knox (Knicks), Mitchell Robinson (Knicks), Collin Sexton (Cavaliers) e Wendell Carter Jr (Bulls). No caso do pivô de Chicago, não espere dominância total no garrafão nível Shaq, mas garantirá stats preciosas que poucos dão atenção.

‘Mas você esqueceu do Trae Young, não?’ Ele entra em um caso à parte, pois se trata do famoso ‘boom-or-bust’. Ele pode fazer uma partida de Stephen Curry como tijolar o aro até amanhã. Se escolhê-lo, saiba da bomba relógio em que estará se metendo.

A Estratégia ‘Michel Almeida’

 lebron

Espaço reservado para mostrar a tática do maior mito dos fantasies das quadras. Não é qualquer pessoa, pois se trata de um dos gurus da área no Brasil. A tática dele é simples, mas que lhe rende inúmeros pódios e até títulos nas ligas Brasil afora.

Ela consiste em selecionar um jogador de cada equipe e evitar repetições. Exatamente isso, caro leitor. Não tem como não ser diferente para tal. A exceção só será aberta para casos de dois superstars (Simmons e Embiid, por exemplo). Fora isso, seja seletivo nas suas escolhas. É garantia de sucesso (desde que seja executada com o devido primor).

Upgrades

img_0708

Seção reservada a aqueles que podem ter uma projeção de pontos maior que a temporada passada (o famoso MIP). Vamos separar alguns deles para você ficar de olho:

Bobby Portis (PF/C – Chicago Bulls)

Pode não ser dos mais disciplinados, mas dentro de quadra é um ótimo pontuador e costuma fazer seus double-doubles. Com a lesão que tirará o finlandês Markkanen de ação, ele será uma peça valiosa nas primeiras semanas.

Zach LaVine (SG/PG – Chicago Bulls)

Ganhou o contrato que queria e vai provar seu valor a cada partida para justificar o investimento. Livre das lesões, LaVine é um pontuador nato. A lesão de Markkanen, assim como será com Portis, só colocará ainda mais a pontuação na sua responsabilidade.

Caris LeVert (SG/SF – Brooklyn Nets) Se for o LeVert constante da segunda metade da temporada, pode ajudar em uma posição que sempre tem em falta de nomes de jogadores confiáveis. Deve dividir as ações com Lin ou Dinwiddie, o que não é nenhum demérito.

Jakob Poeltl (PF/C – San Antonio Spurs) Se tem alguém que sempre surpreende, é o alvinegro texano. E sempre aparece alguém do nada para ser efetivo. Foi assim com Dedmon, Dejounte Murray e agora a aposta é o pivô austríaco, vindo da troca por Kawhi Leonard. Fique de olho.

Pascal Siakam (PF/C – Toronto Raptors) O pivô ganhará mais oportunidades com as saídas de Lucas Bebê (voltou para a Espanha) e Poeltl. Bom reboteiro e pontuador dentro dos padrões, é uma ótima opção nos late-rounds dos drafts.

Cedi Osman e Larry Nance Jr (SF e PF – Cleveland Cavaliers) Com a situação de Cleveland indo para um recomeço de ciclo após a saída de LeBron James, será a vez dos nomes que estavam atuando pouco ganharem uma chance. Osman e Nance Jr serão alguns deles. Podem não ser os salvadores da pátria, mas ajudarão por terem mais tempo de quadra.

Mario Hezonja (SF – New York Knicks)Outro que ganhará mais chances de mostrar seu desenvolvimento na NBA, o ‘Super Mario’ jogará em um time em reconstrução em que, de início, pode mostrar mais evolução que seu antigo time, o Orlando Magic. Ele não é pior que Doug McDermott, por exemplo.

Taurean Prince (SF – Atlanta Hawks) Precisa ser o ala pós-ASG para mostrar seu talento na liga. Em um Atlanta que ainda procura por uma identidade, Prince será bem requisitado para preencher a SF em rodadas intermediárias para finais dos drafts.

MarShon Brooks (SG – Memphis Grizzlies) Médias de 20/3/3 na reta final da última temporada, MarShon Brooks foi a exceção da regra de uma temporada tenebrosa da equipe da terra do Elvis. Vai com uma boa credencial para esse 2018-19.

Willy Hernangómez (C – Charlotte Hornets) Não tem mais DH12 no garrafão do time, e muitos jogadores aparecem como opções para preencher a lacuna do mito dos fantasies. Com a vinda de Bismack Biyombo e a inconstância em torno de Zeller e Kaminsky, o pivô espanhol pode pintar como uma grata surpresa, relembrando seu 2017 em NY (para a alegria de Michel que acredita que ele terá médias de double-double).

Kelly Oubre Jr (SF – Washington Wizards) Vai para seu ano de expirante em busca de um novo contrato. Pode parecer diferente, mas Oubre Jr é uma peça rara de se encontrar: um reserva produtivo. Olho nele, ainda mais com esse fator extra.

Buddy Hield (SG – Sacramento Kings) O ala que se mudou para a Califórnia na troca por Cousins, reencontrou seu bom basquete em sua primeira temporada completa na equipe da capital. É um jogador interessante, que pode entregar uma pontuação alta como ir mal. A diferença é que Hield está cada vez mais habituado a liga.

Os sleepers

josh jacksonE aqui o tradicional espaço onde falamos sobre os jogadores que poucos dão valor que podem agregar demais na sua liga, além dos citados anteriormente. Confira:

  • Boston Celtics: Terry Rozier (PG/SG)
  • Brooklyn Nets: Jarrett Allen (C/PF)
  • Dallas Mavericks: Dennis Smith Jr (PG)
  • Denver Nuggets: Jamal Murray (PG)
  • Detroit Pistons: Reggie Bullock (SG)
  • Golden State Warriors: Jordan Bell (C/PF)
  • Houston Rockets: Eric Gordon (SG)
  • Indiana Pacers: Domantas Sabonis (PF)
  • Los Angeles Clippers: Shai-Gilgeous Alexander (PG)
  • Los Angeles Lakers: Ivica Zubac (C)
  • Miami Heat: James Johnson (SF)
  • Milwaukee Bucks: Brook Lopez (C)
  • Minnesota Timberwolves: Taj Gibson (PF)
  • New Orleans Hornets: Elfrid Payton (PG)
  • Oklahoma City Thunder: Dennis Schroder (PG – até a volta do Russ)
  • Orlando Magic: D.J. Augustin (PG)
  • Philadelphia 76ers: Markelle Fultz (PG)
  • Phoenix Suns: Josh Jackson (SG/SF)
  • Portland Trail Blazers: Al-Farouq Aminu (SF/PF)
  • Utah Jazz: Derrick Favors (PF/C)

E que comecem os jogos!

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