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NBA 2018/19 – PRÉVIA e PREVISÕES

Amantes e entusiastas do basquete. Pontapé da temporada 2018/19 da NBA será dado nesta terça-feira 16/10 e nós do MSB trouxemos uma prévia geral deste campeonato que já está batendo a porta.

Na incumbência deste texto estão Paulo ‘Teclas’ Correia, Caio ‘Bahea’ Filippi e este que vos escreve, Vitor Silva. Será um apanhado do que virá por aí. Para a construção desta prévia, foram juntados por categorias e as calculadoras serão o comparativo para cada uma.

Começando por aqueles que tentarão destronar o Golden State Warriors. Vai daí, Teclas.

Favoritos a Temporada – Paulo @teclasnaveia Correia

O nosso querido letrado Vitor me incumbiu da missão de falar sobre os principais favoritos a vencer a NBA na temporada 2018 – 2019. “Mui amigo” esse Letrado!!!

Acho que seja um consenso geral que o Golden State Warriors seja franco favorito ao quarto campeonato em um intervalo de cinco anos. A base do time está garantida pelo menos até o final desta temporada. O time que já era fortíssimo, conseguiu um reforço de peso para a temporada: a aquisição do center DeMarcus Cousins. Ele chega para resolver o garrafão do GSW, que sempre foi considerado o “Calcanhar de Aquiles” do time, principalmente nos momentos em que o Draymond Green ia para o banco descansar. Inicialmente, a contratação não terá um impacto imediato pois o retorno do pivô está previsto para o mês de dezembro, no máximo janeiro. Enquanto isso, o menino Jordan Bell dividirá a função com Green. No banco de reservas os principais nomes seguem no time: Shaun Livingston e Andre Iguodala. Além disso, Quinn Cook teve o seu contrato renovado após as boas atuações durante o período em que Stephen Curry ficou de fora por lesão.

A tão questionada forma de jogar do time, apelidada por mim de “Chuta-Chuta”, por causa da qualidade que os jogadores de Golden State possuem no perímetro, continua sem grande resposta dos adversários. A pergunta que fica é: quem conseguirá parar esse time? Neste link eu deixarei um texto mais detalhado sobre o time dos Splash Brothers que fiz no mês de Junho (aqui).

CONTENDERS

No atual momento, o único time que tem condições e com talentos individuais para bater os atuais campeões é o Houston Rockets. James Harden, Chris Paul, Eric Gordon e Clint Capela seguem com o time, que passou por mudanças significativas no seu roster. O principal destaque vai para a chegada do ala Carmelo Anthony, após uma passagem conturbada pelo OKC. Sabemos que Melo defensivamente sempre foi um jogador “meia boca”, mas caso ele esteja bem fisicamente pode agregar algum valor ao ataque “Run and Gun” dos Rockets. Antes que me perguntem ou façam alguma piadinha: quantas bolas serão necessárias para fazer o trio Harden, CP3 e Melo jogarem? Quando Paul chegou em Houston, fizeram essa perguntinha e o resultado: o time jogou muita bola! Eu não ficaria surpreso se a média de PPG do time subisse ainda mais. Na temporada passada foi de ótimos 112,4 PPG.

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O banco de reservas da equipe sofreu uma boa renovação. Em uma troca nível CAT (Chef Academy Trades, em homenagem as trades propostas pelo maior “safadenho” dos fantasias do MSB e torcedor de Golden State, Chef Luís Guilherme), os Rockets literalmente assaltaram o Phoenix Suns, despachando Ryan Anderson e o seu contrato em uma troca onde o time do deserto enviou o armador Brandon Knight e o ala-pivô Marquese Chriss.

Sabemos que o time dos Rockets ofensivamente é uma máquina, seja no perímetro ou via pick and roll envolvendo o ágil Capela, mas será que a defesa do time terá alguma evolução, ainda mais com a perda do carrapato Trevor Ariza?

 

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Com a saída de Lebron James para o Los Angeles Lakers, surge um novo favorito na conferência leste: o Boston Celtics. O time do inteligentíssimo Brad Stevens terá o retorno daqueles que deveriam levar o time nas costas na temporada passada: Kyrie Irving e Gordon Hayward. O menino Jayson Tatum tornou-se uma realidade e a partir de agora terá com quem dividir as responsabilidades, seja na defesa ou no ataque.

O time não teve nenhuma adição de peso, mas o retorno dos dois jogadores citados anteriormente podemos considerar como o grande reforço para a temporada dos Celtas. A questão é: eles conseguirão se manter saudáveis para a desgastante temporada regular de 82 jogos?

A rotação do time ganhará uma força impressionante dos dois lados da quadra. Com Terry Rozier, Aron Baynes, Marcus Smart e Marcus Morris vindo do banco, esse time deve fazer barulho em uma enfraquecida conferência leste. De quebra, o Coach Stevens poderá poupar os seus principais jogadores, graças ao bom elenco que montou e tem em mão. Eu apenas sinto a carência de um pivô nível all-star nesse time. Na temporada passada, o ataque dos Celtics produziu 104 PPG (20º da liga), enquanto a defesa cedeu 100,4 PPG (3ª melhor da liga).

Surpresas da Temporada (vai daí, Bahea) – @Caiofilippi

No preview do MajorSports, fiquei incumbido dos times que podem surpreender na temporada. Não necessariamente serão times que disputarão título, mas que terão campanhas bem acima do esperado. Começando pelo Leste sem dono após a ida de Lebron para o Lakers.

O primeiro time é o Chicago Bulls. A última temporada foi muito confusa pelos lados de Windy City. Começou com a megatrade que mandou Jimmy Butler para o Minnesota Timberwolves. Durante a temporada, Nikola Mirotic foi negociado para o New Orleans Pelicans e o time foi um desastre, somado a série de contusões chave no elenco (27-55, 13º no Leste).

Jabari-Parker-Zach-LaVine-1000x600Para essa temporada, o técnico Fred Hoiberg tem sua última chance de alcançar o mínimo sucesso dessa equipe. E acho que a equipe tem chances de beliscar um sétimo lugar na conferência. Zach LaVine e Jabari Parker vem de temporada com problemas físicos, mas tem teto alto de talento. O Center novato Wendell Carter Jr abre um leque interessante de opções no garrafão junto com o finlandês sensação Lauri Markkanen. E Kris Dunn tem tudo para demonstrar finalmente o que os scouts achavam quando ele saiu do College para NBA: boa distribuição de jogo e boa defesa (projeção para 41 vitórias).

Já do outro lado do rio Michigan, o Detroit Pistons vem de uma última temporada onde resolveu arriscar com uma trade blockbuster ao trazer o talentoso Blake Griffin dos Los Angeles Clippers, mesmo perdendo o bom Tobias Harris no processo. O começo foi empolgante com o time obtendo sequência de vitórias, mas as contusões tiraram as chances da equipe conseguir uma das 8 vagas (39-43, 9º no Leste).

usa_today_10338281.0Para essa temporada, trocaram o instável Stan Van Gundy pelo ótimo Dwane Casey, inexplicavelmente demitido do Toronto Raptors. Casey sabe moldar bem seus elencos e com a volta de Reggie Jackson para liderar a armação, o time tem tudo para ser uma das forças do Leste, municiando bem o poderoso garrafão formado por Griffin e Andre Drummond. Na ala talvez falte um bom scorer, mas Stanley Johnson traz boa defesa e muita movimentação de bola para a equipe. O banco traz o jovem Luke Kennard que melhorou muito seus números no decorrer da temporada além do veterano José Calderon. Fiquem de olho na cidade dos carros! (projeção para 43 vitórias)

Outro do leste que pode ter um upgrade interessante é o Brooklyn Nets. O time do eterno rebuild terá do que se orgulhar, já que depois de anos uma base jovem está sendo construída e se tornará mais sólida em 2018/19. D’Angelo Russell será o líder dessa equipe (uma pena sua lesão no meio do último campeonato) e terá Jeremy Lin e um surpreendente Spencer Dinwiddie para a rotação na posição de armador.

jarrett-allenO fator que pode alavancar o alvinegro de Nova York está no garrafão. Jarrett Allen ganhou espaço e não será surpresa se aparecer na briga pelo MIP (Most Improved Player – jogador que mais evoluiu) em 2019. Não terá a sombra de ninguém para ofuscá-lo e será uma das peças-chave para a guinada dos Nets. Com um leste bem enfraquecido, pode beliscar por volta de 30 a 35 vitórias. Não é garantia de playoff, mas seria uma resposta e um baita carimbo positivo no trabalho do ótimo Kenny Atkinson.

Indo para o outro lado, a parte azul do Texas. Devemos ver os últimos momentos da carreira de um dos maiores jogadores da NBA dos últimos 20 anos, o grande Dirk Nowitzki. Após mais uma temporada anterior muito ruim (24-58, 13º no Oeste), a equipe teve o privilégio de draftar outro europeu que pode estar entre os maiores, o esloveno Luka Doncic.

O multicampeão pelo Real Madrid tem tudo para elevar o patamar da equipe imediatamente e dar uma despedida honrosa ao velho Dirk. Após 3 anos de atraso finalmente DeAndre Jordan se junta a equipe na FA, devendo se aproveitar muito dos passes de Doncic e Dennis Smith Jr, que pode ter seu breakout year. Sem falar no ótimo Harrison Barnes que pode voltar a seus melhores dias com melhores companheiros. Será uma temporada interessante em Dallas (projeção de 41 vitórias e ROY para Doncic).

Além dos Mavericks, o time da terra do Jazz entra na lista. Anthony Davis vem da melhor temporada de sua vida, mostrando que saudável é um dos melhores jogadores do planeta. NOLA alcançou a pós-temporada e bateu com propriedade o Portland Trail Blazers antes de ser eliminado pelos Warriors.

Os reforços vêm para suprir (não 100% no mesmo nível) as saídas de Cousins e Rajon Rondo. Elfrid Payton e Julius Randle são jovens muito promissores que ao lado da dupla Monocelha e Jrue Holiday (outro que escapou das lesões e é um dos ótimos scores da liga) podem fazer muito barulho no Oeste selvagem (projeção de 54 vitórias).

 

Fun to Watch 

MO-influencers-fultz-simmons-embiid-jonathan-pushnik-940x540Parte do texto onde separamos os times que empolgarão por terem muito talento e dar espetáculos nas nossas noites/madrugadas na temporada (ou estarem em períodos bélicos). O primeiro da lista, com certeza, é o Philadelphia 76ers. Uma dupla jovem e de muito potencial, Ben Simmons e Joel Embiid, que jogaram muito bem em seu primeiro ano juntos na NBA, são aqueles que resgatam boa parte dos saudosos anos 80 e início dos anos 90: muita transição, jogadas no mano-a-mano e trash talk (Embiid é um gênio!). Além dessa turma, a expectativa ficará por conta do armador Markelle Fultz que estará 100% livre da lesão no ombro e só terá a agregar nesse time. Tem chances reais de ganhar a conferência (pela fragilidade do leste, é bom lembrar) e valerá a pena assisti-los.

O rival de divisão dos Sixers, o Toronto Raptors, buscou outras alternativas e tentará com Kawhi Leonard um ‘tudo ou nada’ para 2019. A troca custou seu principal jogador para San Antonio, mas os sorrisos expostos pelo ala na coletiva de imprensa no Media Day mostram justamente ao contrário e seu antigo time já ficou no passado. O líder do leste em 2018 também virá de comando novo com Nick Nurse assumindo a vaga de Dwane Casey, demitido após a eliminação nas semifinais do leste. Se der tudo certo, uma final de NBA não seria absurdo. Se der tudo errado, as chances de um rebuild são enormes.

38774339_250251088827463_2076511692845481984_nO próximo da lista é o Los Angeles Lakers. O fator LeBron James já causa efeito na cidade e o time de maior torcida no mundo ganhou o seu tão sonhado all-star. LAL têm um núcleo jovem e de muita correria que será imposta. Lonzo Ball, Kyle Kuzma, Kentavious Caldwell-Pope que já são da casa e outras contratações que se fosse no início da década seria irreal: Rondo e Lance Stephenson. Sim, esse Lakers é real e vai brigar por playoffs e não seria surpresa se LBJ colocar esse time com mando de quadra e chegar no final do Oeste para um possível embate com Rockets ou Warriors. E o showtime sempre é atração para os fãs da NBA.

Outro que gera esperanças e que será visto de perto é o Phoenix Suns. Não será a ponto de ‘playoff é logo ali’ e ainda está longe disso. O Suns se reforçou e fez uma boa FA, trazendo o ala Trevor Ariza para dar um pouco de experiência a garotada. Devin Booker não estará mais sozinho e terá outras armas para municiar que não seja apenas o ala TJ Warren. DeAndre Ayton, escolha #1 do draft, jogará com a alcunha de salvador da lavoura e reerguer o Suns para uma campanha digna depois de muitos anos de penúria.

Outro time que era nessa leva, nem tanto pelo lado bom da história mas sim pelo ambiente interno e como isso será visto em quadra é o Minnesota Timberwolves. Não é novidade que Jimmy Butler quer ser trocado e após longa novela acabou ficando no time, e nos treinos já colocou fogo na equipe. Será interessante saber como se comporta os Wolves nessa situação, ainda mais com Tom Thibodeau montando seu ‘Timberbulls’ de forma bastante explícita. Caso não alcance o sucesso ou leve Minnesota longe na temporada, pode terminar até sem emprego antes mesmo do final da temporada.

DeMar-DeRozan-5Na mesma linha, mas em proporções menores, é o San Antonio Spurs. Já começou com duas baixas pesadas (Dejounte Murray e Derrick White fora da temporada) e Gregg Popovich vai tirar leite de pedra mais uma vez, agora sem Kawhi Leonard. DeMar DeRozan poderá alcançar seu auge nas mãos de Pop e LaMarcus Aldridge não estará isolado do mundo. A se observar os nomes que crescerão nos Spurs, como Jakob Poeltl (vindo na troca com Toronto). A sequência de idas a pós-temporada (onde SA não fica fora desde 1997) nunca esteve tão ameaçada.

Dois núcleos no oeste selvagem que podem fazer ótimas temporadas e mostrarem muita evolução são Utah Jazz e Denver Nuggets. O primeiro liderado pelo ROY moral, Donovan Mitchell, que mudou o patamar do Jazz que era de terra arrasada após a saída de Gordon Hayward e renovou as esperanças de um Utah que está com nova identidade e foi mais longe do que muita gente esperava. Já Denver sempre é atração exclusivamente pelo seu point-center, Nikola Jokic. O pivô sérvio é realidade e vai garantir não só excelência no seu jogo como assistências à la Magic Johnson que valem a pena ser acompanhadas e desfrutadas. O azar de ficar a uma vitória dos playoffs não significa que esse time é ruim, e as chances de classificação (que não vem desde 2013) são reais em 2019.

Fastbreak

E fechando com um jogo rápido das demais equipes:

– O Indiana Pacers virá com a mesma base que surpreendeu a todos em 2018. Victor Oladipo e cia mostraram que há vida sem Paul George e um repeteco não seria fora do comum em 2019;

– O Cleveland Cavaliers dificilmente repetirá as 50 vitórias e chegar na final em 2019. Sem o fator LeBron, inicia-se um novo ciclo em Ohio. Kevin Love será o nome do time que terá o armador calouro Collin Sexton como uma das atrações;

– Na Flórida, o Miami Heat ganhará holofotes para mais uma temporada (que pode ser a última) de Dwyane Wade com a camisa #3. O maior jogador da história da franquia irá para mais uma dança e espera-se um campeonato digno de sua excelência;

– No Milwaukee Bucks, o principal reforço vem no comando técnico com Mike Budenholzer, ex-Hawks. Giannis Antetokounmpo e Khris Middleton serão responsáveis por levar o time de Wisconsin a mais uma pós-temporada, o que não será complicado devido a fragilidade do leste;

– Dwight Howard e Austin Rivers chegaram e o Washington Wizards seguirá como um dos postulantes a pós-temporada. John Wall, Bradley Beal e Otto Porter Jr serão o fiel da balança de um time com um quinteto muito bom, mas que peca por não ter reservas no mesmo calibre;

– Michael Jordan vai ter trabalho, e o Charlotte Hornets dependerá demais de Kemba Walker para alcançar voos maiores, mesmo com a volta de Bismack Biyombo. Conforme o andar da carruagem, saberemos quais as intenções do time: rebuild total ou em torno do camisa #15;

kristaps-porzingis-31317-usnews-getty-ftr_12xcqoh17sypb14tnl8atrc1ov– Nova York terá motivos para sonhar com um ano melhor. Escolhas do draft que vingaram e a volta de Kristaps Porzingis durante a temporada, podem fazer com que o New York Knicks sonhe alto. Voltar aos playoffs já seria um baita lucro;

– Na terra da Disney, a mágica ainda será o tema. O Orlando Magic draftou um jogador que promete demais (Mohamed Bamba), mas aceitou o contrato de Timofey Mozgov pensando na reconstrução. Mais um capítulo para um time que ainda não tem uma identidade pós-DH12;

– O Atlanta Hawks vai completamente reformulado para 2019. Time aderiu aos jogadores de perímetro e pode esperar muitas noites de chutes de longa distância com a nova estrela do time, o calouro Trae Young. Rebuild a longo prazo;

– No Oeste, o Portland Trail Blazers seguiu na miúda e não fez nenhuma loucura. Base segue a mesma que levou o time ao terceiro lugar na conferência. Mas com muito time se reforçando, repetir esse feito pode ser uma tarefa bem complicada;

– No Oklahoma City Thunder, a saída de Carmelo Anthony poderá não ser tão sentida. Paul George ficou e Dennis Schroder vai assumir a armação até a volta de Russell Westbrook. Uma decepção em 2018, que pode ir melhor neste 2019;

– No ‘primo pobre’, o Los Angeles Clippers cresceu sem Blake Griffin e a saída de DeAndre Jordan não será problema. Garrafão renovado (Marcin Gortat chegou) e a armação reforçada com o calouro Shai Gilgeous-Alexander será a tona do time, que terá em Tobias Harris o seu principal jogador para brigar pelos playoffs mais uma vez;

– O Sacramento Kings está encontrando seu rumo depois de muito tempo. Sem Cousins, a base está sendo reformulada muito bem. Um quinteto promissor, que terá um belo upgrade em Marvin Bagley III, mas que ainda vai precisar de mais rodagem pensando em pós-temporada. Se conseguir esse objetivo já em 2019, será um baita feito;

– E fechando a lista, o Memphis Grizzlies (que fez o tank mais descarado dos últimos tempos e não conseguiu o top-3 no draft) vai começar com força máxima, mas não se sabe o que esse time pode conseguir. Marc Gasol vai ter que se desdobrar junto com Mike Conley. Jaren Jackson Jr é o jogador a ser observado na terra do Elvis.

Um pouco sobre as Jerseys dos times para 2018/19 (matéria em inglês)

 

Com isto, a equipe do Major Sports Blog deseja a todos uma excelente temporada do melhor basquetebol do mundo, com muitos tocos, enterradas, cestas no último segundo e muita emoção e como diziam nos anos 2000: I LOVE THIS GAME! 

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