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NHL Power Ranking – 28/11

De volta com o PR do gelo. Com um líder inesperado, times grandes passando vergonha e a volta de nomes que estavam muito tempo fora de combate. Segue a lista:

1 (+12) Buffalo Sabres (17-6-2 – 36 pontos)

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Você não precisa de óculos e não é o fim dos tempos. A surpresa da temporada está aparecendo muito antes do que qualquer um esperava. São 10 vitórias seguidas para o time de NY (recorde histórico), sendo que a equipe não tem um ataque avassalador, nem aparece entre as melhores defesas da liga, sendo o destaque vindo do gol, com Carter Hutton. Ótima aquisição.

2 (-2) Nashville Predators (17-7-1 – 35 pontos)

Pekka Rinne volta a jogar com mais regularidade e segue tendo números que o credenciam a liderança da liga em gols sofridos por jogo(1.77) e aproveitamento dos tiros defendidos (93,8%). Com Jusse Sarros mal e P.K. Subban na IR, os Preds poderiam estar em situação mais confortável.

3 (+2) Tampa Bay Lightning (17-7-1 – 35 pontos)

A baixa de Andrei Vasilevskiy não está sendo tão sentida, com Louis Domingue dando conta do recado dentro dos conformes. Segue mantendo o script de melhor ataque da liga, marca registrada dos Bolts.

4 (-2) Toronto Maple Leafs (17-8-0 – 34 pontos)

Vai sobrevivendo sem Auston Matthews, fora há mais de um mês com lesão no ombro. Frederik Andersen com uma temporada muito boa e mesmo com o rolo da novela William Nylander, os resultados estão conforme o esperado.

5 (-2) Colorado Avalanche (14-6-4 – 32 pontos)

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Ataque e defesa em sintonia no time das montanhas. 77 pontos para a dupla Rantanen e McKinnon e nenhum sinal que isso vai diminuir. Colorado veio para ficar!

6 (+10) Washington Capitals (14-7-3 – 31 pontos)

A volta de Tom Wilson deu nova vida ao atual campeão. Nos oito jogos desde o seu retorno, Washington venceu sete. Nunca é bom negócio duvidar de um time que sabe do caminho das pedras.

7 (+1) Minnesota Wild (14-8-2 – 30 pontos)

Outro time com seu destaque principal no gol. Apesar da fase irregular, Devan Dubnyk está fazendo um ano melhor, não aquele que o credenciou aos melhores da posição, mas sendo confiável. Receita de sucesso continua a mesma.

8 (+7) Columbus Blue Jackets (14-8-2 – 30 pontos)

Outro time seguindo a cartilha do que era esperado para 2018-19. Artemi Panarin poderia estar melhor e Cam Atkinson carregando o time com seus 15 gols. Mais vitórias como visitante do que em casa é um fator a ser observado.

9 (+1) Boston Bruins (13-7-4 – 30 pontos)

Tuukka Rask voltou do seu ‘período sabático’, mas ainda não é o mesmo goleiro de antes. Duas vitórias nas cinco partidas que defendeu o gol de Boston, que curiosamente tem a melhor defesa, sendo a única até o lançamento deste texto que sofreu menos de 60 gols (59). Ataque que anda mal, mesmo com um dos líderes da liga em gols: David Pastrnak (19).

10 (+11) Calgary Flames (14-9-1 – 29 pontos)

E só no décimo lugar aparece o primeiro time da divisão pacífico, e poucos esperavam que fossem os Flames. Os canadenses estão muito bem, mas será que seguram até abril?

11 (-) San Jose Sharks (12-8-5 – 29 pontos)

Contratação de Erik Karlsson está ajudando defensivamente (77 gols sofridos), porém o ataque não anda bem das pernas, fazendo a mesma      quantidade de gols. Joe Thornton chegando a 400 gols na carreira. Marca importante para o barbudo.

12 (-7) Winnipeg Jets (13-8-2 – 28 pontos)

Estranho, mas a fase dos Jets não é das melhores. Longe de ser o cosplay do xará de NY, porém está na mesma sina que os Sharks, com a diferença da defesa seguir sempre forte. Patrik Laine e Blake Wheeler vão carregando o time como podem.

13 (+17) New York Rangers (13-10-2 – 28 pontos)

Lundqvist viu potencial até mais do que muita gente e os Rangers muito acima do que era esperado. Madison Square Garden jogando a favor, mas fora de casa ainda pena para conseguir vencer.

14 (-) Carolina Hurricanes (12-9-3 – 27 pontos)

Sem destaques isolados e fazendo um bom trabalho em quase dois meses de jogos, os Canes podem aprontar e, porque não, beliscar uma vaga nos playoffs. Para isso, precisa convencer que não é só mais um na multidão.

15 (+8) Dallas Stars (12-10-3 – 27 pontos)

Sem Ben Bishop e John Klinberg, a defesa texana está se virando bem e se colocando entre as melhores no quesito. O ataque anêmico é preocupante e Tyler Seguin não vai levar esse time sozinho.

16 (-7) Montreal Canadiens (11-9-5 – 27 pontos)

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Pelo misto de terra arrasada e lesões everywhere, os Habs estão bem no campeonato. A saúde de Carey Price ajuda muito a equipe canadense e a volta de Shea Weber deve ser comemorada. Vai que é possível…

17 (+5) Las Vegas Golden Knights (13-12-1 – 27 pontos)

Marc-Andre Fleury é um dos líderes em vitória da NHL (13), sendo o goleiro em todas as vitórias do vice-campeão. A campanha não condiz com o que era esperado, mas os últimos resultados (e a divisão disputada por baixo)colocam Vegas na briga. E talento eles tem.

18 (-) Anaheim Ducks (11-10-5 – 27 pontos)

Ryan Miller em 2018 ressurgindo das cinzas. Outro time que está devendo pelo o que tem e com a divisão em baixa poderia liderar sem grandes sustos. Ryan Getzlaf perto dos 900 pontos na carreira.

19 (+1) New York Islanders (12-9-2 – 26 pontos)

Campanha bastante digna pelo que tem. Defesa, que era um problema em 2018, está dando sinais de melhora muito boa. Ataque, porém, indo na maré contrária. Se estiver procurando no fantasy, olho em Josh Bailey.

20 (-13) Pittsburg Penguins (10-8-5 – 25 pontos)

Casey DeSmith é uma grata surpresa. Entretanto, nada de bom a mais para acrescentar nos Pens. Evgeni Malkin e Phil Kessel carregando o piano enquanto Sidney Crosby volta a boa forma.

21 (-4) Vancouver Canucks (11-13-3 – 25 pontos)

Abrindo os times de campanha igual ou abaixo de 50%, vem os Canucks. Brock Boeser está de volta para ajudar Elias Pettersson a não lutar sozinho. Vancouver sofre na defesa, pois um time com saldo de -18 (porém não é pior da NHL) tem problemas sérios a serem resolvidos.

22 (-10) Edmonton Oilers (11-11-2 – 24 pontos)

Connor McDavid jogando sozinho, sendo o centro das atenções dos highlights da NHL e o time dependendo muito do seu camisa #97, que dispensou o seu HC, Todd McLellan. Não fosse a divisão como está, os Oilers não teriam tanta esperança.

23 (+8) Detroit Red Wings (10-11-3 – 23 pontos)

Dylan Larkin vai se consagrando como o rei do overtime. Incrível como marca gol nos duelos 3-vs-3. Isso impulsiona bem o time de MotorCity, que ainda tem muito chão para voltar aos caminhos de glória.

24 (+1) Ottawa Senators (10-12-3 – 23 pontos)

Craig Anderson é o único goleiro de toda a NHL com mais de700 defesas até aqui. Isso explica o fato do rubro-negro canadense ser o time mais vazado da liga (107 gols sofridos). Por não ser o lanterna geral já é motivo de fogos no Canadá.

25 (-19) Chicago Blackhawks (9-11-5 – 23 pontos)

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Decisões questionáveis e a cúpula optou por demitir Joel Quenneville do comando. O que não espanta o fato dos Hawks estarem em uma draga sem fim. O ataque sumiu e a defesa volta a ser problema. Rebuild time em WindyCity.

26 (+2) Florida Panthers (9-9-4 – 22 pontos)

Ainda com mais vitórias fora do que dentro de casa, os Panthers aparentam não ter mais gás para surpreender a liga. Mike Hoffman sendo o talento solitário momentâneo da equipe.

27 (-3) Arizona Coyotes (10-11-2 – 22 pontos)

Tem um dos piores ataques e uma das melhores defesas. Nick Schmaltz pode não ser a solução dos sonhos, mas chega para acrescentar. Os Yotes estão evoluindo.

28 (-9) New Jersey Devils (9-10-4 – 22 pontos)

Coitado de Taylor Hall e cia. Nino Hischier não consegue se manter saudável e os Devils perderam força após caírem como o último invicto. Não está fácil.

29 (-2) Philadelphia Flyers (10-12-2 – 22 pontos)

Nem com JVR o time volta aos trilhos. Temporada decepcionante, onde os rumores de Coach Q no comando de Phila surgem com força nos últimos dias.

30 (-4) St. Louis Blues (8-11-3 – 19 pontos)

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A maior decepção da temporada. Buscou Ryan O’Reilly e com o talento que tinha era candidato a estar em condições muito melhores que a atual. Mike Yeo dançou e nada de reação.

31 (-2) Los Angeles Kings (9-14-1 – 19 pontos)

Fechando com o alvinegro angelino, ano para ser esquecido. Jonathan Quick voltou e talvez a última manchete tenha sido o shutout que provocou a demissão do HC de St. Louis. Está difícil a vida de quem acompanhou os anos anteriores.

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