College

A ESCOLHA: Quarterbacks – Parte 3


ESPECIAL QUARTERBACKS – Parte 3 2012/2013

DRAFT 2012

   Chegamos ao ano e 2012 com provavelmente a melhor safra até então com ao menos 4 QB que chegaram a finais de conferência, além de duas péssimas escolhas…


Andrew Luck – pick 1 rodada 1 – Stanford – Indianapolis Colts

Números da Carreira:

V-D – 53-33

% passes completos – 60.8

Jardas Totais – 23671

TD/INT – 171-83

   Andrew Luck era falado no College desde seu primeiro ano em Stanford. Considerado o melhor prospecto de QB desde Peyton Manning, tinha a hype ideal para ser uma estrela na NFL. Foi duas vezes segundo colocado no Heissman Trophy pela equipe da California. Como o Colts teve uma temporada péssima em 2011 devido a contusão de Peyton Manning, ficou óbvio que Indianapolis iria selecionar para o lugar do Manning o melhor prospecto vindo do College desde seu antecessor.

   Luck levou o Colts a títulos de divisão nos seus 3 primeiros anos, somando 11 vitórias em cada um dos anos. Em 2014 chegou ao seu auge com os melhores números da carreira com 40 TD e 4800 jardas, onde chegou ao AFCCG após derrotar Manning em Denver.

  2015 começou o inferno astral de Luck. Os anos de OL duvidosas começaram a ter seus efeitos. Primeiro a contusão no ombro, depois teve o rim dilacerado durante o jogo contra o Broncos, terminando assim aquela temporada. 2016 apesar de sentir dores no ombro direito jogou 15 partidas mas com seus piores números na carreira. Ao final daquele ano foi submetido a uma delicada cirurgia no local, o que afastou o QB dos gramados até o começo da temporada de 2018.

   Em 2018 um retorno triunfal com ida aos playoffs, excelentes números e o provável prêmio de Comeback of the year. E finalmente com uma OL que pode mantê-lo saudável por anos.

Veredito – Selo Peyton Manning

   A escolha era óbvia e foi de total sucesso apesar das graves contusões. Bme vindo de volta Andrew Luck

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Robert Griffin III – pick 2 rodada 1 – Baylor – Washington Redskins

Números da Carreira:

V-D – 15-25

% passes completos – 63.2

Jardas Totais – 9004

TD/INT – 42-26

1670 jardas corridas – 10 TD

– Prêmios Individuais

Heissman Trophy 2011

Novato ofensivo do ano 2012

   RGIII como sempre foi conhecido, teve uma carreira incrível na universidade de Baylor, culminando com seu último ano que que correu para 1500 jardas e 24 TD fora os 15 TD lançados. Òbvio que o estilo de jogo de Baylor ajudava, mas ele era um prospecto que poderia mudar o jogo da NFL com essa dupla ameaça semelhante a Cam Newton que entrou na liga 2 anos antes. Ganhou o Heissman Trophy em seu último ano, mas foi o primeiro vencedor do troféu a não jogar a final universitária desde Tim Tebow 2007. Antes do draft, o Redskins trocou pela segunda escolha com o Rams e selecionou seu novo QB.

   Seu ano de calouro foi incrível, levando o Redskins a 10 vitórias e ida aos playoffs. Como esperado ele foi uma ameaça dupla, com 3200 jardas aéreas e 20 TD somando com 900 jardas corridas e 8 TD. No jogo contra o Seahawks no WildCard, teve uma grave contusão no joelho direito, piorado por não ter sido retirado de campo pelo HC Mike Shanahan. Após a temporada teve fazer o reparo de todos os ligamentos do joelho. No ano de 2013 notou-se que não tinha mais a dinâmica anterior a contusão, pois agora dependia mais de seus passes que nunca foi seu forte. Em 2014 continuava em fase ruim até que uma torção no joelho machucado o retirou por mais 7 partidas. Em 2015 uma concussão terminou com a temporada após 5 partidas. Após ser cortado, assinou contrato com o Cleveland Browns por 2 anos sem causar qualquer impacto. Atualmente é o terceiro QB do Baltimore Ravens.

Veredito – Selo Ryan Tannehill

   Uma escolha que tinha tudo para ser sucesso, mas só teve um ano bom. Ele devia ter saído daquele jogo contra o Seahawks após a primeira pancada. Quem sabe o que ocorreria com sua carreira?

Ryan Tannehill – pick 8 rodada 1 – Texas A&M

Números da Carreira:

V-D – 42-46

% passes completos – 62.8

Jardas Totais – 20434

TD/INT – 123-75

   Tannehill teve uma carreira curiosa em Texas A&M. Jogou por mais de 2 anos como WR por não ter lugar como QB. Apenas em seu último ano assumiu a titularidade com números excelentes alcançando rating de 133.3 e 29 TD. Esse ano impressionou o Miami Dolphins que o selecionou com a pick 8 daquele draft. Logo foi nomeado como titular para a semana 1 tendo 3200 jardas mas apenas 12 TD e 13 INT. Sua melhor temporada foi a de 2014 com 27 TD e 4200 jardas. No único ano que o Dolphins chegou aos playoffs, Tannehill estava machucado e foi substituído por Matt Moore.

  Em 2018, com seu segundo ano sob a tutela de Adam Gase, guru ofensivo, continuava com números não muito significativos, apesar de não ter grandes armas para o jogo aéreo. Ele jogou a partir da semana 6 pois se recuperava de uma cirurgia no joelho.

Veredito – Selo Ryan Tannehill

   Tannehill tem uma carreira decente na liga, mas nada demais. Não foi o franchise que o Dolphins esperava mas é confiável.

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Brandon Weeden – pick 22 rodada 1 – Oklahoma State – Cleveland Browns

Números da Carreira:

V-D – 6-19

% passes completos – 57.9

Jardas Totais – 6462

TD/INT – 31-30

   Brandon Weeden foi draftado na primeira rodada de 2012 pelo Browns com 28 anos de idade. Aí eu me perguntei: porque ele terminou o College tão tarde? Weeden após o High School foi draftado na segunda rodada do draft pelo New York Yankees em 2002 para ser arremessador. Perambulou ainda por Dodgers e Royals sempre em minor leagues até 2006, quando desistiu e ingressou em Oklahoma State para se graduar. Assumiu a posição de QB principal em seu terceiro ano onde teve números respeitáveis, levando a equipe a uma vitória no Fiesta Bowl contra Stanford tendo uma grande partida com 4 TD.

   O Browns arriscou ao draftar o jogador mais velho da história e o resultado foi ruim. Péssimas decisões, porcentagem de passe correto baixo e muitas interceptações. No segundo ano teve apenas 5 jogos como titular e foi dispensado no começo da temporada seguinte. Desde então foi reserva de Cowboys, Texans e Titans. Desde 2018 é o reserva do Tenessee Titans sem destaque algum.


Veredito – Selo Brandon Weeden

   O selo tem o seu nome, sem mais. Escolher um QB com 28 anos com apenas 2 anos de titular no College tava na cara que ia dar errado.

NOTA DO EDITOR: O melhor do possante Weeden é certamente as caretas dele, pesquisem no google: Brando Weeden faces e riam bastante…

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Brock Osweiler – pick 25 rodada 2 – Arizona State – Denver Broncos

Números da Carreira:

V-D – 15-15

% passes completos 59.8

Jardas Totais – 7418

TD/INT – 37-31

– Prêmios Coletivos

Campeão do SB com o Denver Broncos como reserva

   Brock Osweiler só foi titular em Arizona State em seu ano de Júnior, lançando para 4000 jardas e 26 TD. O Broncos o selecionou na segunda rodada para aprender com Peyton Manning, recém contratado, além de ser um seguro para o veterano que vinha de uma grave contusão no pescoço. Entrou em poucas oportunidades nos primeiros 3 anos, mas em 2015 teve algumas oportunidades como titular na ausência de Manning.  Osweiler não comprometeu até a volta de Peyton Manning sendo apoiado pela espetacular defesa do Broncos, que levou a equipe ao título naquele ano.

   E não é que teve uma equipe que acreditou no potencial do Cosplay de poste? Houston Texans deu um contrato de 4 anos 72 milhões pois acreditavam que Osweiler era a peça que faltava para a equipe buscar o título. Assim tivemos provavelmente o pior contrato da história na liga, pois ele teve um ano horroroso com 16 TD e 18 INT. Foi tão ruim que no ano seguinte o Texans mandou ele para o Browns em uma troca e mandou junto uma segunda rodada só para assumirem esse contrato bomba. Não jogou no Browns e depois teve contratos com o Broncos novamente e atualmente é o reserva de Ryan Tannehill em Miami.

Veredito – Selo Brandon Weeden

   Sinceramente os times não esperavam muito dele, e realmente não serviu para nada. Deve mandar uma grana para a defesa do Broncos por ter garantido aquele baita contrato com o Texans.

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Russell Wilson – pick 12 rodada 3 – Wisconsin – Seattle Seahawks

Números da Carreira:

V-D – 75-36-1

% passes completos – 64.2

Jardas Totais – 25624

TD/INT – 196-63

3671 jardas corridas – 17 TD

Prêmios coletivos

Campeão do SB 47

   Russell Wilson era QB da pequena North Carolina State, e após 3 anos com bons resultados se transferiu para Wisconsin onde demonstrou seu potencial, ficando em décimo na eleição do Troféu Heissman de 2011. No entanto sua tendência de QB scrambler e por ser Baixo para os padrões da NFL. Mesmo com todos esses contras, o Seahawks gastou uma escolha de terceira rodada para selecionar Russell Wilson o que se mostrou um acerto histórico. Começou a pre temporada como reserva pois a equipe tinha assinado contrato longo com Matt Flynn, mas logo Wilson assumiu a titularidade para não deixar mais. Devido aos graves problemas da OL do Seahawks, a habilidade de Wilson em correr nos gaps ajudou consideravelmente a equipe. Levou a equipe aos Playoffs de divisão em seu primeiro ano, venceu o SB no ano de 2013 e repetiu o SB em 2014, quando perdeu na última posse para o New England Patriots. No ano de 2016 merecidamente recebeu uma extensão de contrato por 4 anos 87 milhões.

   Wilson tem a impressionante marca de mais de 8 vitórias em todas as temporadas pela equipe de Seattle, com apenas o ano de 2017 sem jogar os playoffs.

Veredito – Selo Tom Brady

   Russell Wilson foi o sexto QB a ser draftado e vem sendo aquele que tem maior sucesso na carreira. Tremendo steal do Seahawks.

Nick Foles – pick 25 rodada 3 – Arizona – Philadelphia Eagles

Números da Carreira:

V-D – 26-18-0

% passes completos – 61.6

Jardas Totais – 11165

TD/INT – 68-33

– Premios Coletivos

Campeão do SB 51 pelo Eagles

  Nick Foles fez um ano de faculdade em Michigan State, mas no segundo se transferiu para Arizona onde jogou 2 bons anos, inclusive sendo o quinto em jardas aéreas por jogo em seu ano de sênior. Foi selecionado pelo Philadelphia Eagles na terceira rodada do draft, inicialmente sendo reserva do veterano Michael Vick. Após a concussão do titular, Foles assumiu a titularidade, mas com números pouco animadores, somando incríveis 8 fumbles em seu ano de rookie. No ano seguinte mais uma vez começou na reserva de Vick, mas após outra contusão do titular voltou a ser o comandante do ataque. Adaptou-se muito ao ataque “up time” de Chip Kelly levando a equipe aos playoffs pela primeira vez desde 2010. Foles quebrou um recorde na liga: melhor relação TD-INT com 27 TD e 2 INT. Impressionante!!!.

   No ano de 2014 Foles e o ataque do Eagles tiveram uma queda, com ele jogando apenas 8 jogos devido a contusão na clavícula. Em março de 2015 Foles foi trocado para o Rams por Sam Bradford e algumas escolhas de draft. No Rams Foles continuou claudicante com números ruins de TD e alto número de fumbles. Ao final da temporada pediu dispensa da equipe, que draftou Jared Goff na primeira escolha geral. Em 2016 foi reserva do Chiefs jogando apenas uma partida. Em 2017 assinou novamente com o Eagles para ser reserva da então primeira escolha do draft Carson Wentz. Na semana 14 Wentz, que fazia temporada de MVP, sofreu uma grave contusão no joelho e então começou a temporada de conderela de Nick Foles. Contra todos os prognósticos Foles levou a equipe ao título, inclusive vencendo o prêmio de MVP do SB contra o Patriots. Todos os analistas acreditavam que Foles assinaria contrato com outra equipe para ser titular, mas seguiu na equipe. Foi titular nas primeiras 3 partidas até a volta de Wentz sem muito sucesso. Voltou a ser titular na semana 16 e mais uma vez conduziu a equipe a pós temporada. O time venceu o Chicago Bears fora de casa mas foi derrotado pelo Saints em um jogo incrível que a equipe vencia por 14 a 0. Foles foi muito bem mais uma vez, mostrando ser um clutch improvável.

Veredito – Selo Tom Brady

  

You Want Philly Philly? Então toma!!!!

   Uma escolha de terceira rodada que saiu de backup do provável MVP da temporada para MVP do SB, vencendo o titulo inédito para o Philadelphia Eagles. Ele não precisa fazer mais nada na carreira.

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Kirk Cousins – pick 7 rodada 4 – Michigan State – Washington Redskins

 Números da Carreira:

V-D – 34-37-2

% passes completos – 66.5

Jardas Totais – 20505

TD/INT – 129-65

   Kirk Cousins jogou 3 anos como titular em Michigan State, com números bons, ganhando o prêmio de melhor QB sênior do ano de 2011. Foi escolhido na sétima rodada pelo Washington Redskins. Muitos acharam estranha a escolha, pois na pick 2 eles draftaram o vencedor do Heissman Robert Griffin III, no entanto o HC Mike Shanahan considerava Cousins um seguro para a segunda escolha e tinha certeza que teria oportunidades para jogar com a equipe. Shanahan estava correto. No primeiro ano jogou pouco devido a grande temporada de RGIII, entrando para concluir o jogo de playoffs contra o Seahawks após grave contusão do titular. Nos anos 2013 e 2014 jogou apenas 5 partidas por ano sem muito sucesso. Em 2015 o experimento RGII finalmente foi abandonado com Cousins assumindo a titularidade, o qual respondeu bem levando a equipe aos playoffs após 4 anos, onde alcançou o maior número de TD lançados com 29. Com o fim de seu contrato começou a queda de braço com a direção do Redskins pois ele queria contrato longo e a equipe estava relutante. Assinou contrato de apenas e 1 ano além de receber mais 2 TAG em anos consecutivos, caso raríssimo na NFL.

   Muito da preocupação com um contrato longo com Cousins era seu histórico ruim em jogos de primetime: 2-15 em jogos transmitidos nacionalmente. Após 3 anos com mais de 4000 jardas e uma ida aos playoffs, Kirk Cousins assinou contrato longo com o Minnesota Vikings de 3 anos 84 milhões. Aparentemente era a peça que faltava para completar o grande ataque do Vikings. No entanto a fraca OL somado a um QB pocket dificultou as coisas pela equipe. Cousins conseguiu seu recorde de TD com 30 mas não levou a equipe aos playoffs, mesmo com o grande elenco. Mais uma vez a dúvida sobre o poder de decisão de Capitain Kirk paira sobre a NFL.

Veredito – Selo Ryan Tannehill

   Uma escolha de sétima rodada que tem uma carreira bem decente na NFL. Claro que precisa melhorar no quesito de jogos decisivos, mas isso só o tempo dirá.

DRAFT 2013

Uma classe de QB bastante questionável, onde nenhum dos selecionados teve vida longa de protagonismo na liga.

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EJ Manuel – 1ª rodada (pick 16 – Buffalo Bills)

6-12 W-L, 3767 jardas, 20 TD, 16 INT, 58,1% de acerto nos passes e rating de 77.1

Foi o quarterback melhor selecionado em 2013 para substituir Ryan Fitzpatrick, cortado na offseason. Em Florida State, teve nos seus dois anos finais de NCAA seu cartão de visitas para a NFL, lançando para 41 TDs e um Rate acima de 150 nesse meio tempo. Seu primeiro ano como profissional foi abaixo do que apresentou no universitário e dali em diante nunca se firmou. Em 10 jogos, foram 180 passes completos (em 306 tentativas) para 11 TDs e 9 interceptações, além de outros 2 TDs corridos.

Desde então, o QB não consegue jogar mais do que sete partidas em uma temporada. Kyle Orton chegou em 2014 e desde então suas aparições são esporádicas. Sem vencer uma partida desde então, passou a ser reserva por onde passou. Sua última aparição foi no Oakland Raiders, em 2017.

Selo Jamarcus Russell:

Apostaram em um QB que era aposta para o futuro, mas que hoje até reclama por ser preterido por questões raciais.

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Geno Smith – 2ª rodada (pick 39 – New York Jets)


12-19 W-L, 6182 jardas, 29 TD, 32 INT, 57,7% de acerto nos passes e rating de 72.7

Prêmios individuais: Jogador da semana 5 da AFC em 2013

Chegou em um New York Jets que estava uma bagunça. Mark Sanchez em queda livre e Tim Tebow para ser o salvador da pátria, mas ambos foram reservas de Geno Smith, que teve seu ano de calouro de altos e baixos. Muito diferente dos seus quatro anos em West Virgnia, onde lançou para 98 TDs, Geno teve quase o dobro de interceptações (21) do que TD (12), e ainda assim comandou 5 campanhas que deram a vitória aos Jets. O 8-8 deu esperanças para 2015.

Entretanto, as atuações após aquele ano foram abaixo e apenas 3 vitórias em 14 jogos. Não demorou muito para outro QB assumir a posição (Ryan Fitzpatrick). Desde então, atuou apenas em nove partidas (duas como titular), sendo que em uma foi o fatídico jogo que interrompeu a sequência de Eli Manning nos Giants e na demissão de Ben McAdoo. Hoje, é reserva do Los Angeles Chargers.

Selo Jamarcus Russell

Poderia ser um selo Tannehill, mas sua estadia na NFL não permite

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Mike Glennon – 3ª rodada (pick 73 – Tampa Bay Buccaneers)

6-16 W-L, 4933 jardas, 34 TD, 20 INT, 60,6% de acerto nos passes e rating de 83.2

Prêmios individuais: 2013 NFL All-Rookie Team

Josh Freeman começou a dar sinais que não era o futuro da franquia, e TB correu o risco de draftar o jovem Mike Glennon como esperança para os Bucs, após dois anos regulares em North Carolina State. Sua estreia aconteceu na semana 4 daquela temporada e fechou o ano com números bons para um calouro (19/9 TD/INT e rating de 83.3), culminando sua entrada para o time dos calouros de 2013, mesmo que a campanha dos piratas fosse muito abaixo (4-9).

O ano virou, e seu bom jogo ficou na história com a chegada de Josh McCown. A campanha de 2-14 dos Bucs e a perda da temporada 2015 (culminando com a chegada de Jameis Winston), dava pinta que sua carreira na liga tinha acabado precocemente. Mas em 2017, Glennon ganhou nova chance no Chicago Bears para ser o tutor de Mitchell Trubisky. Não durou quatro jogos até o calouro assumir o posto e Glennon voltar para a reserva. Em 2018, assinou por dois anos com o Arizona Cardinals e hoje é o reserva imediato de Josh Rosen.

Selo Brandon Weeden:

A falta de regularidade fez valer na liga. Nada a acrescentar.

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Matt Barkley – 4ª rodada (pick 98 – Philadelphia Eagles)

2-5 W-L, 2143 jardas, 10 TD, 18 INT, 59,8% de acerto nos passes e rating de 68.3

Líder em TDs e INT na Pac-12 em 2011 e 2012, Matt Barkley acabou sendo escolhido apenas na quarta rodada pelos Eagles, que já tinha uma dupla tarimbada na posição com Nick Foles e Michael Vick. Ambos começaram todas as partidas e Barkley acabou entrando como reserva em apenas três jogos, lançando 4 interceptações e nenhum TD.

Sem espaço em 2014 e sem time em 2015, Barkley assinou com o Chicago Bears e lá foi onde mais atuou, por 6 partidas (tendo em conta que Jay Cutler e Brian Hoyer se lesionaram e perderam a temporada). Barkley terminou com apenas uma vitória em seis jogos e quase o dobro de interceptações do que de TDs. Passando por mais um ano sabático, voltou em 2018 para assinar com os Bills. E quando jogou, parecia um veterano na sua melhor atuação na NFL no massacre contra os Jets, em Nova York.

Selo Brandon Weeden

Nunca foi de encher os olhos e uma escolha baixa fez valer esse selo

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Ryan Nassib – 4ª rodada (pick 110 – New York Giants)

128 jardas, 1 TD, 90,0% de acerto nos passes e rating de 152.1

Os números de acerto e rating podem espantar, mas isso é o que foi tirado nos dois anos que atuou, vindo do banco, pelo NY Giants, de um Eli Manning under center. Em Syracuse, não tinha números que chamassem a atenção. No próprio draft foi trocado duas vezes, até parar nos Giants. Passou por New Orleans Saints e Jacksonville Jaguars, mas foi cortado de ambos com a temporada em andamento. Está sem clube desde então.

Selo Brandon Weeden

Sem relevância e rodando pelos times, não tem outro selo melhor

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Landry Jones – 4ª rodada (pick 115 – Pittsburgh Steelers)

3-2 W-L, 1310 jardas, 8 TD, 7 INT, 63,9% de acerto nos passes e rating de 86.2

Campanha forte no universitário, chegando a liderar toda a NCAA no seu ano de sophomore em Oklahoma, Jones acabou saindo na quarta rodada para os Steelers com a esperança de ser o sucessor de Big Ben. Sua estreia na NFL só aconteceu dois anos mais tarde, em 2015. E suas aparições foram muito poucas, sendo apenas cinco jogos como titular (e uma aparição em playoffs). Em 2017, a franquia renovou por mais dois anos com o camisa #3, mas no início da temporada de 2018 foi cortado por Pittsburgh. Jones ainda assinou com os Jaguars no final de outubro, mas novamente foi cortado semanas depois. É mais um sem clube na NFL.

Selo Jamarcus Russell

Tinha cancha para assumir um time pelo que fez na NCAA, mas os números não jogam em seu favor.

Na sequencia falaremos dos anos de 2014 e 2015. Continuem acompanhando esta série, curtam e compartilhem nas redes sociais. abs

Esse super trabalho de pesquisa e análise foi feito pela dupla dinâmica Vitor “@chaveatle” Silva e Caio “@Caiofilippi’ Filippi – Especialmente para o blog Major Sports

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