College

A ESCOLHA: Quarterbacks – Parte 4

ESPECIAL QUARTERBACKS – 2014/2015

Draft de 2014

Se 2013 já estava ruim, 2014 ainda reserva outras ‘lendas’ para serem destrinchadas (mas tem quem se salve)

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Blake Bortles – 1ª rodada (pick 3 – Jacksonville Jaguars)

24-49 W-L, 17646 jardas, 103 TD, 75 INT, 59,3% de acerto nos passes e rating de 80.6

Prêmios Coletivos: campeão da AFC South (2017)

Com anos e anos de penúria na posição e com um Chad Henne muito abaixo do que se espera para a NFL, não demorou para Jacksonville selecionar o QB de Central Florida, Blake Bortles. No college, Bortles nunca foi unanimidade com números que não o credenciam para uma escolha alta na época, o que não impediu Jax de arriscar. O resultado foram onze vitórias nos três primeiros anos como profissional e Bortles ficou famoso como o ‘quarterback do garbage time’ (quando o jogo está virtualmente decidido e os times tiram o pé).

Seu melhor momento foi em 2017, quando os Jaguars surpreenderam a liga ao vencer sua divisão e ficar a uma posse de bola do Super Bowl, em New England, com Bortles fazendo uma partida de gente grande. Os playoffs deram ao QB a chance de se firmar na liga e com isso, ganhou um grande contrato com o time. Mas no primeiro ano de vínculo novo, voltou a ser o QB inconstante, sendo até reserva de Cody Kessler e com os dias na Flórida sob perigo.

Selo Jamarcus Russell

Pode não ter tido os melhores recebedores durante sua carreira, mas um QB consegue tirar leite de pedra e ser competitivo não importa com quem esteja jogando ao lado. E Jax está pagando com isso até hoje.

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Johnny Manziel – 1ª rodada (pick 22 – Cleveland Browns)

2-6 W-L, 1675 jardas, 7 TD, 7 INT, 57,0% de acerto nos passes e rating de 74.4

Johnny Football! O Heisman de 2012, já chamava a atenção não só pelo que fazia no college, mas também pelo extracampo. Algo que poderia dar estadia curta quando se tornasse profissional (além da sua estatura, considerada baixa para a posição). Em apenas dois anos de NCAA, Manziel se declarou para o draft. Cleveland, que procurava um QB de confiança, apostou suas fichas no produto de Texas A&M, sabendo que não era apenas Johnny Football que estava chegando.

No ano de calouro, apenas dois jogos e nenhum TD. Para 2015, começou ganhando a confiança do time no seu primeiro jogo como titular e uma vitória. Mas o foco total nunca esteve em campo. A oscilação foi constante e o extracampo ganhou mais holofotes que o normal, e nem os conselhos de LeBron James surtiram efeito em Manziel. Multado e cortado em 2016, o QB só voltou às manchetes (em campo) dois anos depois para atuar no Montreal Alouettes, da CFL.

Selo Jamarcus Russell

Era uma bomba relógio, que infelizmente não deu a importância devida para uma grande oportunidade na NFL.

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Teddy Bridgewater – 1ª rodada (pick 32 – Minnesota Vikings)

17-12 W-L, 6268 jardas, 29 TD, 23 INT, 64,6% de acerto nos passes e rating de 85.9

Prêmios individuais: 2014 NFL All-Rookie Team e Pro Bowl (2015)

Prêmios coletivos: campeão da NFC North (2015 e 2017)

QB de bom passe e evoluindo o seu jogo em Louisville (eleito o jogador ofensivo da Big East em 2012), Bridgewater foi selecionado para comandar um Minnesota que ainda tinha muitos ajustes para se fazer sem Adrian Peterson. Em seu primeiro ano, Teddy oscilou como todo calouro. Já no segundo ano seu jogo cresceu, levando os Vikings a conquista da divisão e os playoffs, que não tiveram o mesmo sucesso com um FG perdido no último minuto.

Em 2016, com as expectativas as melhores possíveis, uma grave lesão de ligamento tirou o QB de ação e só voltaria a jogar no ano seguinte e com um questionamento se ele voltaria a ser o que era. Com Sam Bradford e Case Keenum comandando o ataque, Bridgewater acabou se tornando terceira opção, mas o seu único drive daquela temporada foi digno de aplausos, não porque acabou em TD, mas pela volta de um jogador que mostrava que ainda podia atuar. Após o final de 2017, Teddy foi trocado duas vezes em um curto espaço de tempo. Hoje, é reserva de Drew Brees no New Orleans Saints.

Selo Ryan Tannehill

Uma lesão atrapalhou o camisa #5, que poderia estar em Minneapolis até hoje. Mas o ‘e se’ vai perdurar…


Derek Carr – 2ª rodada (pick 36 – Oakland Raiders)

32-46 W-L, 18739 jardas, 122 TD, 54 INT, 62,8% de acerto nos passes e rating de 88.8

Prêmios individuais: Pro Bowl (2015, 2016 e 2017) e jogador ofensivo da AFC (semana 8 – 2016)

Depois do homem que ostenta um dos selos desta série sobre os QBs, Oakland passou por apuros na posição após a saída de Carson Palmer. Jason Campbell e Terrelle Pryor bem que tentaram, mas a franquia apostou suas fichas no produto de Fresno State, jogador ofensivo da MWC de 2012 e 2013 e crescendo ano a ano na NCAA, Derek Carr. O início foi muito abaixo para o calouro, apenas 3 vitórias em 16 jogos. O crescimento veio nos anos seguintes, com o ápice chegando em 2016, levando os Raiders de volta a pós-temporada depois de 14 anos.

O problema foi se lesionar na véspera dos playoffs, e com isso a esperança da equipe foi por água abaixo. Para 2017, esperava-se um ano no mesmo patamar, mas Carr sofreu novamente com lesões e isso diminuiu o seu ímpeto, fazendo com que Oakland caísse junto com o QB. Veio 2018, Jon Gruden no comando, e vendo toda a base que recolocou os Raiders nos trilhos sendo trocada, Carr ainda teve os melhores números em jardas e acerto de passes na carreira, mesmo com um time onde se resumiu a Jared Cook como único alvo. Sob rumores de troca envolvendo seu nome, Carr é um QB confiável e com boas peças pode fazer estrago.

Selo Ryan Tannehill

Tem talento, mas falta aquele ‘algo’ a mais.

Jimmy Garoppolo – 2ª rodada (pick 62 – New England Patriots

)8-2 W-L, 2968 jardas, 17 TD, 8 INT, 65,4% de acerto nos passes e rating de 97.3

Prêmios coletivos: campeão do Super Bowl (2014 e 2016)

Vindo de um colégio que revelou Tony Romo ao mundo (Eastern Illinois), Jimmy G chegou a Foxboro como é toda a escolha de Bill Belichick: sem alarde. Pois de toda a classe, foi o único QB com temporadas de 4000+ e 5000+ jardas no college. Uma escolha a ser lapidada, sem pressa. Sua estreia como titular demorou para acontecer, e veio por necessidade. Com Tom Brady cobrindo uma suspensão após o episódio das bolas murchas, Garoppolo assumiu como titular e fez dois jogos com muita firmeza e consistência, fazendo com que torcida e franquia acreditassem que sim, o camisa #10 era o sucessor de Brady. Acabou se lesionando no segundo jogo daquela temporada e não voltou mais.

Brady não dava sinais de declínio físico ou técnico e reiterando o desejo de continuar jogando até os 45 anos. Isso colocou uma pulga atrás da orelha de NE: manter Jimmy G (e pagar um salário altíssimo com pouco cap disponível e sendo reserva) ou trocá-lo para assegurar algum futuro. A segunda opção foi usada e o San Francisco 49ers apostou as fichas em Garoppolo. Depois de aprender o playbook, só precisou de um drive nos segundos finais e um TD. Ali, franquia e jogador entraram em total sintonia e Jimmy G venceu os cinco jogos restantes como titular dos Niners. E novamente, as expectativas em torno da equipe eram enormes, mas uma lesão de ligamento no joelho, na semana 3 de 2018, o tirou de ação do restante da temporada. Mesmo assim, a franquia está assegurada nas mãos do camisa #10.

Selo Tom Brady

Escolha lapidada que aprendeu com um dos melhores da história e conseguir mudar o patamar de um time com poucas aspirações não é para qualquer um. Garoppolo é especial.

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Logan Thomas – 4ª rodada (pick 120 – Arizona Cardinals)

96 jardas e 1 TD

Draftado para o corpo de QBs de Arizona, Thomas não durou muito por lá. Ficou por apenas uma temporada, lançou seu TD e depois rodou a NFL. Passou por Miami, Nova York e Detroit até parar em Buffalo para a temporada 2018. Curiosamente, chegou nos Bills não como QB, mas para atuar como TE. A mudança de posição o ajudou a ganhar sobrevida na liga e Thomas voltou a ganhar seu momento de fama em uma trick play, onde reviveu seus momentos de Virginia Tech.

Selo Brandon Weeden

Não era um QB relevante no college e hoje segue os passos de Terrelle Pryor.

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Tom Savage – 4ª rodada (pick 135 – Houston Texans)

2-7 W-L, 2000 jardas, 5 TD, 7 INT, 57,5% de acerto nos passes e rating de 72.5

Matt Schaub era longe de ser unanimidade em Houston, e Savage chegava para fazer sombra e competir para ganhar a posição. Mas os Texans apostaram em Brock Osweiler, campeão do Super Bowl 50, e isso foi diminuindo as chances de Savage na liga. Só voltaria a ganhar os holofotes em 2017, quando o fenômeno Deshaun Watson sofreu um rompimento dos ligamentos do joelho e ele assumiu como titular, mas sem nenhum sucesso. Hoje, faz parte do elenco do Cincinnati Bengals.

Selo Brandon Weeden:

Quem o viu no universitário, já sabia que ele era limitado. E na NFL, isso só se confirmou.

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A.J. McCarron – 5ª rodada (pick 164 – Cincinnati Bengals)

Alabama é conhecida por ser ótimo para RBs e defensores. Para quarterback, o negócio não funciona da mesma forma. McCarron foi selecionado pelos Bengals para ser um dos reservas de Andy Dalton, mas não teve muito espaço com o camisa #14 comandando as ações em Ohio. Jogou apenas três vezes em quatro anos de Cincinnati até acertar sua ida para o Buffalo Bills e ser trocado após a pré-temporada para o Oakland Raiders, onde segue como reserva, agora de Derek Carr.

2-1 W-L, 928 jardas, 6 TD, 2 INT, 64,0% de acerto nos passes e rating de 92.4

Selo Brandon Weeden

Não teve muitas oportunidades, é verdade. Mas é como diz a máxima, pois ‘se o cara é bom, ganha seu espaço naturalmente’. E não funciona assim com o QB.

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Zach Mettenberger – 6ª rodada (pick 178 – Tennessee Titans)


0-10 W-L, 2347 jardas, 12 TD, 14 INT, 60,3% de acerto nos passes e rating de 75.4

A carência na posição fez com que Tennessee draftasse Mettenberger como opção para o time, mas com a indefinição dos QBs, acabou ganhando uma chance nos Titans. Mas não converteu em um resultado minimamente aceitável, sendo um produto abaixo do que se apresentou quando defendia LSU no college. Ainda jogou na temporada 2015, substituindo Marcus Mariota, mas sem brilho. Passou por Chargers e Steelers, antes de ser cortado em 2017. Hoje joga pelo Memphis Express, da AAF (Alliance of American Football).

Selo Brandon Weeden

Não tem como fugir. Não agarrou a chance e hoje está esquecido no mundo do futebol americano.

Draft de 2015

Classe que se resumiu a dois quarterbacks que davam pinta de alavancar suas respectivas franquias e os demais que tiveram vida curta até aqui.

Jameis Winston – 1ª rodada (pick 1 – Tampa Bay Buccaneers)


21-33 W-L, 14628 jardas, 88 TD, 58 INT, 61,6% de acerto nos passes e rating de 87.8

Prêmios individuais: 2015 NFL All-Rookie Team, Pro Bowl (2015)e Jogador ofensivo da NFC (semana 1 – 2016)

Winston ou Mariota? Essa era a dúvida que percorria nos dois primeiros times do draft de 2015, mas o Heisman e melhor jogador ofensivo universitário de 2013 com os números conquistados em dois anos de Florida State pesaram para ele e Tampa Bay o selecionou para ser o seu franchise quarterback. Seu ano de rookie teve números muito bons, mesmo que isso não se convertesse em vitórias, mas seu lugar no Pro Bowl foi assegurado.

Nos anos seguintes, Winston acabou sendo notícia mais pelo extracampo do que lançar muitos TDs. Escândalos em volta do QB fizeram a franquia duvidar de sua ética, buscando sempre uma sombra para colocá-lo nos eixos. Sem conseguir alavancar a equipe da Flórida, JW chegou até a ser suspenso após episódio de assédio sexual com uma motorista de Uber. Três jogos de gancho e Ryan Fitzpatrick titular. Quando a ‘mágica’ acabou, ele reassumiu o posto, voltou para a reserva e foi titular nas partidas finais. Vai para seu quinto ano de liga bastante pressionado. Com Bruce Arians, pode retomar os bons tempos.

Poderia ser um selo Peyton Manning se tivesse cabeça. Mais um ano abaixo da crítica e sua carreira na NFL pode acabar mais cedo do que se imagina.

Marcus Mariota – 1ª rodada (pick 2 – Tennessee Titans)

27-28 W-L, 12004 jardas, 69 TD, 42 INT, 63,2% de acerto nos passes e rating de 89.4

Prêmios individuais: Jogador ofensivo da AFC (4x) e jogador ofensivo da AFC do mês (novembro – 2016)

Se o Heisman de 2013 foi para TB, o do ano seguinte caiu em Nashville. Mariota era a escolha para comandar os Titans aos tempos de sucesso da década anterior. Seu primeiro ano foi desastroso, mas a franquia acreditava no produto de Oregon. Mariota ainda levaria Tennessee a duas temporadas com mais vitórias do que derrotas, inclusive levando os Titans aos playoffs de 2017. De quebra, eliminando os Chiefs em Kansas City, mas parou no Divisional Round para o New England Patriots.

O maior problema que cerca o camisa #8 são as lesões. Mariota nunca jogou todas as 16 partidas da temporada regular pelos Titans e a falta de explosão ofensiva, que se esperava em Tennessee, ainda não aconteceu. Vai para o seu quinto ano também com certa pressão

Selo Ryan Tannehill

É mais um que poderia mudar uma franquia que precisava de um jogador do seu calibre dos tempos de Oregon e até levou aos playoffs, coisa que Winston não conseguiu. Se as lesões pararem de castigá-lo, as coisas podem ser diferentes.

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Bryce Petty – 4ª rodada (pick 103 – New York Jets)

1-6 W-L, 1353 jardas, 4 TD, 10 INT, 53,1% de acerto nos passes e rating de 57.7

Não precisa ir muito longe quando se fala de Bryce Petty. Foi trocado para NY na noite do draft e poderia ser o complemento para o lado verde nova-iorquino, tendo em conta que foi o jogador ofensivo da Big 12 em 2013. Sua estreia na liga aconteceu apenas um ano depois, e sempre entrando em situações de falta de quarterback, não agradou. Não demorou para os Jets o dispensarem. Ainda conseguiu integrar o elenco dos Dolphins em 2018, mas foi cortado durante a temporada regular. Sem clube desde então.

Selo Brandon Weeden

Entrou e saiu sem ser notado. Não conseguiu se firmar e isso é notado até hoje.

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Brett Hundley – 5ª rodada (pick 147 – Green Bay Packers)

3-6 W-L, 1853 jardas, 9 TD, 13 INT, 59,5% de acerto nos passes e rating de 67.9

Selecionado para ser um aprendiz de Aaron Rodgers, Hundley chegou a GB mesmo não sendo o melhor quarterback nessa altura do draft. Nenhum prêmio e nada que chamasse a atenção dos scouts. Teve seu momento maior de atuação em 2017, quando A-Rod perdeu a temporada e Hundley o substituiu em 9 partidas, mas sem um brilhantismo ou algo de diferente, culminando na eliminação dos Cheeseheads na temporada regular. Foi trocado na offseason de 2018 para Seattle e continua seu processo de aprendizagem na NFL.

Selo Brandon Weeden

O mesmo de Petty se aplica a Hundley. Não conseguiu produzir na NFL e sua escolha, nessa altura do draft, se justifica.

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Trevor Siemian – 7ª rodada (pick 250 – Denver Broncos)

13-11 W-L, 5686 jardas, 30 TD, 24 INT, 59,3% de acerto nos passes e rating de 79.9

Prêmios coletivos: vencedor do Super Bowl 50

Nada chamativo em Northwestern, mas com a aposentadoria iminente de Peyton Manning, Denver apostou nele como complemento para a equipe de Mile High. O que não esperava, é que o substituto principal de Peyton, Brock Osweiler, fizesse uma temporada regular boa, segurando as pontas e classificando Denver aos playoffs, onde Manning assumiu e ganhou o campeonato.

Osweiler assinou com o Houston Texans e a responsabilidade de comandar o ataque caiu nas mãos de Siemian. Seu primeiro ano como titular foi aceitável, mas como a pressão nos Broncos era enorme, começou a se cobrar muito em cima do QB, que em 2017, com Paxton Lynch e a volta de Osweiler ao time, não rendeu o que dele se esperava. Até que em 2018, Siemian foi trocado para o Minnesota Vikings, mas está na lista de contundidos e ficou toda a temporada de fora da equipe.

Selo Brandon Weeden

Mais um que leva esse selo, mesmo com o anel de campeão. Não se esperava muito dele e o resultado está aí.

Amanhã teremos a conclusão de nosso especial falando das classes de 2016 e 2017. Até lá galera!

Esse super trabalho de pesquisa e análise foi feito pela dupla dinâmica Vitor “@chaveatle” Silva e Caio “@Caiofilippi’ Filippi – Especialmente para o blog Major Sports

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