College

A ESCOLHA: Quarterbacks – Parte 5

ESPECIAL QUARTERBACKS – 2016/2017

Draft de 2016

Surpresas na posição mais importante do jogo, mas com uma classe de jogadores que ganhou mais confiança com o passar do tempo (pelo menos as picks altas)


Jared Goff – 1ª rodada (pick 1 – Los Angeles Rams)

24-14 W-L, 9581 jardas, 65 TD, 26 INT, 62,1% de acerto nos passes e rating de 94.7

Prêmios individuais: Pro Bowl (2017 e 2018), Jogador da Semana da NFC (2x) e Jogador Ofensivo da NFC (setembro – 2018)

Prêmios coletivos: Campeão da NFC West (2017 e 2018)

A surpresa para muitos que acompanharam a classe desse draft. Sem Sam Bradford e pensando no futuro, a franquia iria optar por um QB ‘da casa’, já que Jared Goff veio da universidade da Califórnia. Não tinha prêmios individuais que chamassem a atenção, mas liderou a Pac-12 em jardas e passes para TD, coroando sua evolução no college. Sem pensar duas vezes, LA o selecionou para ser o seu futuro na volta para a cidade, mas o início foi penoso.

Case Keenum começou o ano under center e entre atuações ruins e outras sem convencer, não demorou para Jeff Fisher colocar a escolha #1 do draft. Com Goff os resultados não mudaram e pior, terminou 2016 sem nenhuma vitória. Para 2017, Sean McVay chegou e um novo plano de jogo veio com ele. E o efeito foi imediato. De QB contestável, Goff se tornou uma das armas mais letais da liga, sendo um jogador de confiança, preciso e errando pouco. O sucesso veio naturalmente para o ataque e o casamento entre McVay e Goff veio na hora certa. Hoje, Goff é uma realidade.

Selo Tom Brady

Por não ser a unanimidade da posição e render o que está rendendo, não poderia encaixar outro selo que não fosse do camisa #12 do Patriots.


Carson Wentz – 1ª rodada (pick 2 – Philadelphia Eagles)

C23-17 W-L, 10153 jardas, 70 TD, 28 INT, 63,7% de acerto nos passes e rating de 92.5

Prêmios individuais: Pro Bowl (2017), jogador da semana da NFC (2x), jogador do mês da NFC (outubro – 2017) e vencedor do Bert Bell Award (2017)

Prêmios coletivos: campeão da NFC East (2017) e campeão do Super Bowl (2018)

Outro produto vindo de universidade sem badalação, Wentz era o garoto a aprender com os veteranos para se preparar a assumir o posto anos depois. Com a saída de Sam Bradford para Minnesota, o posto caiu no colo de Wentz, e isso não o impediu de mostrar serviço. Wentz recolocou os Eagles nos trilhos e fez um ano de estreia muito bom para quem não apostava nele (7-9). Com armas novas e um ano de aprendizado, seu segundo ano foi ainda mais espetacular, com 11 vitórias. Mas tudo veio por água abaixo quando seu ponto fraco começou a aparecer: lesões. O rompimento dos ligamentos do joelho acabou com sua temporada às vésperas dos playoffs.

Sem seu titular e com um prata da casa segurando a bronca, Philadelphia conseguiu o inédito Super Bowl sob comando de Nick Foles e isso pesou para Wentz, que teria que trabalhar para voltar ao seu posto. Retornou em 2018, mas o time não engrenou com ele. Espasmos nas costas o tiraram do restante do ano e Foles novamente assumiu o comando do time e levou os Eagles ao divisional round, caindo para os Saints. Philadelphia já anunciou que Wentz será o titular para 2019.

Selo Tom Brady

Outro que superou as expectativas e está no rol dos mais confiáveis da posição.

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Paxton Lynch – 1ª rodada (pick 26 – Denver Broncos)

1-3 W-L, 792 jardas, 4 TD, 4 INT, 61,7% de acerto nos passes e rating de 76.7

Chegou no atual campeão (que subiu no draft para buscá-lo) como uma das apostas para ser o sucessor de Peyton Manning, que se aposentou após a conquista do Super Bowl 50. Vindo de Memphis, Lynch não tinha números ou uma confiança em seu jogo que o coloquem para assumir a titularidade em 2016, tanto que Trevor Siemian começou como QB naquela temporada. Lynch acabou atuando por poucos jogos, mas sem muito alarde. Ainda ganharia algumas oportunidades com Vance Joseph, mas sem sucesso para assumir o posto. Acabou sendo cortado da equipe após a pré-temporada de 2018 e hoje está sem equipe.

Selo Brandon Weeden

Por mais que seja bastante complicado substituir um jogador do nível de Peyton Manning, não seria Paxton uma escolha adequada.

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Christian Hackenberg – 2ª rodada (pick 51 – New York Jets)

Pick alta que sequer atuou na liga e foi trocado dos Jets para os Raiders, Eagles e Bengals, de onde foi dispensado e sequer teve uma chance de jogar na NFL. No college, também não chamou a atenção e chegar em um NY Jets indefinido na posição e sequer atuar, é complicado. Fica difícil pensar como uma equipe gasta uma escolha alta e nem ao menos o colocar em campo.

Selo Brandon Weeden

Um misto de QB abaixo da crítica + chances escassas

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Jacoby Brissett – 3ª rodada (pick 91 – New England Patriots)


5-12 W-L, 3500 jardas, 13 TD, 7 INT, 59,1% de acerto nos passes e rating de 81.6

Prêmios coletivos: campeão do Super Bowl (2016)

Brissett chegou a NFL apenas um ano depois de sua formação na universidade de Florida State. Jogou seu ano de senior em 2015 (carreira no college nada muito relevante em números) e foi escolhido para ser parte do conjunto de Bill Belichick e cia. Ganhou sua chance, mesmo sem ter treinado com os titulares, de maneira inesperada, com a lesão de Jimmy Garoppolo e a suspensão de Tom Brady. Foram apenas dois jogos e uma vitória para o calouro, que depois só integrou o elenco campeão em Houston.

Passado um ano e com NE precisando reforçar seu corpo de recebedores, os Colts trocaram Phillip Dorsett pelo QB, que chegaria para substituir Andrew Luck, fora da temporada por lesão. Com um time sem muitas opções de ataque (apenas T.Y. Hilton como alvo de confiança), seu ano de teste foi dentro do que se esperava para o nível da NFL. E com a volta do camisa #12, Brissett voltou ao seu posto de QB backup.

Selo Brandon Weeden

Qando teve a chance, não mostrou que poderia conduzir uma franquia a dias melhores. Segue aprendendo com os QBs de elite.

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Cody Kessler – 3ª rodada (pick 93 – Cleveland Browns)

2-10 W-L, 2215 jardas, 8 TD, 5 INT, 64,2% de acerto nos passes e rating de 83.7

Ainda na esperança de achar um QB para conduzir a franquia, Kessler foi o escolhido para tirar os Browns da lama. Mas justo no seu primeiro ano vindo de USC (outro que chegou nos mesmos moldes que Brissett), acabou pegando a fase obscura de Cleveland e perdeu os oito jogos que começou como titular. Na única vitória dos Browns no ano, ele não jogou. Veio 2017 e DeShone Kizer assumiu a titularidade, mesmo fazendo partidas assombrosas. Sem espaço, foi trocado para Jacksonville e voltou a ganhar os holofotes, sendo o titular nos últimos jogos dos Jags no lugar de Blake Bortles (opção técnica).

Selo Brandon Weeden

Nada relevante e segue sua jornada. Mas pode dar a volta por cima.

Dak Prescott (4)
4ª rodada (pick 135 – Dallas Cowboys)

32-16 W-L, 10876 jardas, 67 TD, 25 INT, 66,1% de acerto nos passes e rating de 96.0

Prêmios individuais: Offensive Rookie of the Year (2016), 2016 NFL All-Rookie Team e Pro Bowl (2016)

Prêmios coletivos: campeão da NFC East (2016 e 2018)

Vindo de Mississippi State, para substituir Tony Romo no futuro, Dak Prescott chegou sem alarde, com o intuito de aprender com o camisa #9 dos Cowboys. Como Romo acabou se lesionando, o calouro foi lançado ao time titular. E o casamento com Ezekiel Elliott e uma das melhores OL já vista em anos, seu jogo chamou a atenção. E como foi no America’s Team, isso ganhou uma aura enorme em torno do camisa #4. Ameaça aérea e pelo chão, se tornou um dos QBs mais promissores da liga, e a campanha 13-3 mostrou isso. A eliminação para Green Bay acabou com o sonho da franquia de voltar aos dias de glória, mas a certeza de ter encontrado o substituto de Romo, que anunciava a aposentadoria.

Veio 2017, a OL não dominava mais como antes, e o jogo de Dak caiu. A suspensão de Zeke também pesou e o que era certeza, começava a pairar como dúvida sobre qual era o verdadeiro QB: o de 2016 ou o de 2017. Virou o ano, Zeke 100%, OL voltando a proteger e a adição de Amari Cooper ao corpo de recebedores, fez com que Prescott encontrasse novamente o seu jogo e conduzir os Cowboys aos playoffs e a sua primeira vitória em pós-temporada. Dallas acabou sendo eliminado no divisional round para os Rams, mas com seu principal jogador voltando aos holofotes.

Selo Ryan Tannehill

Recolocou Dallas de volta aos trilhos, mas não se sabe qual o Dak vai comandar a franquia nos próximos anos. Consistência precisa ser a chave para o camisa #4.

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Jeff Driskel – 6ª rodada (pick 207 – San Francisco 49ers)


1-4 W-L, 1003 jardas, 6 TD, 2 INT, 59,7% de acerto nos passes e rating de 82.2

Chegou para ser outra aposta em SF, após a saída de Colin Kaepernick. Mas não teve chance alguma nos Niners, sendo dispensado no mesmo ano. Cincinnati apostou no jogador, que só foi ter sua estreia dois anos depois, já que Andy Dalton era titular absoluto nos Bengals, mas sem tanto brilho. Verdade que não teve o melhor recebedor disponível, mas isso não tira o fato de Driskel ainda ter que mostrar mais para ter vida longa na NFL.

Selo Brandon Weeden

Não é bust, muito menos uma unanimidade. Leva o selo por não ter nada a acrescentar até aqui.

Draft de 2017

Outro que ficou conhecido pelas tamanhas surpresas que saíram na primeira rodada. Alguns tem o seu futuro assegurado, outros já parecem ‘andarilhos’ de tanto que passearam em pouco menos de dois anos.


Mitchell Trubisky – 1ª rodada (pick 2 – Chicago Bears)

15-11 W-L, 5416 jardas, 31 TD, 19 INT, 63,5% de acerto nos passes e rating de 87.7

Prêmios individuais: jogador da semana na NFC (semana 10, 2018)

Prêmios coletivos: campeão da NFC North (2018)

Sem nenhum quarterback aceitável desde Jim McMahon (lê-se quase 30 anos depois), Chicago fez uma troca ousada para subir no draft e escolher Mitchell Trubisky, de North Carolina. A universidade que revelou Michael Jordan para o basquete não costuma ter grandes nomes na bola oval, mas na melhor temporada do camisa #10 por lá, fez com que a franquia acreditasse que Trubisky era o futuro do time. Sua estreia veio na semana 5 de 2018, após atuações tenebrosas de Mike Glennon. Mostrou personalidade, força no braço e até resolvendo com as pernas, e não demorou para conquistar seu espaço como titular do time, mesmo vencendo apenas 3 jogos.

Saiu John Fox e entrou Matt Nagy. A explosão ofensiva não veio como se esperava para os Bears, com um Trubisky bem oscilante. Ora fazendo jogos de 6 TDs e quebrando marcas que perduraram desde os anos 50, ora indo mal contra equipes que não tinham pretensões no campeonato. No único jogo de playoff da carreira até aqui, foi o retrato do que é o camisa #10. Lançando para interceptações e colocando o jogo em perigo em um tempo. No outro passando das 200 jardas, anotando um TD e dando confiança no ataque. O futuro está nas mãos dele e enquanto continuar essa montanha-russa, ficará difícil defendê-lo.

Selo Ryan Tannehill

Até agora não comprometeu o time, mas com os outros QBs da classe colocando suas mangas de fora, a pressão em torno de si vai aumentar ainda mais.

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Patrick Mahomes – 1ª rodada (pick 10 – Kansas City Chiefs)

13-4 W-L, 5381 jardas, 50 TD, 12 INT, 65,9% de acerto nos passes e rating de 111.7

Prêmios individuais: Pro Bowl (2018), First Team All-Pro (2018), jogador da semana na AFC (2x) e jogador do mês de setembro da AFC (2018)

Prêmios coletivos: campeão da AFC West (2017 e 2018)

Kansas subiu no draft e assegurou Patrick Mahomes, de Texas Tech. Foram três anos de NCAA, e nos últimos dois passando das 4000 jardas aéreas e 30+ TDs, liderando a Big 12 em jardas (liderou a NCAA, inclusive), passes tentados, completos, e TDs por dois anos seguidos, com um detalhe que não levou nenhum prêmio individual no universitário. Ao se declarar para o draft, os Chiefs não pensaram duas vezes. Mas sua estreia demorou para acontecer, apenas na semana 17. Fez uma partida sem muito brilho, mas a franquia tinha outros planos para ele.

A aposta era tanta que para 2018, Smith foi trocado para Washington para Mahomes ter sua primeira oportunidade. E ela chegou em grande estilo. Só na sua primeira temporada completa como titular, Mahomes lançou para 5000 jardas e 50 TDs. Coisas que só os grandes do esporte como Tom Brady e Peyton Manning conseguiram em suas carreiras. Nenhum outro alcançou tantas marcas como ele, sem contar nas jogadas de ‘contorcionismo’ que faz quando precisa passar a bola naquele instante (não ganhou o apelido de showtime a toa). Levando o time para melhor campanha e final da AFC, seu nome já está gravado na atual NFL.

Selo Peyton Manning

O casamento que deu mais do que certo com uma mente ofensiva e um ataque altamente talentoso. Mahomes é especial.

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Deshaun Watson – 1ª rodada (pick 12 – Houston Texans)

14-8 W-L, 5864 jardas, 45 TD, 17 INT, 66,4% de acerto nos passes e rating de 103.1

Prêmios individuais: NFL All-Rookie Team (2017), jogador da semana na AFC (semana 4 – 2017), jogador do mês de outubro da AFC (2017)

Prêmios coletivos: campeão da AFC South (2018)

Outra equipe que subiu para assegurar seu jogador para o futuro, que assim como os Bears, procuravam por alguém para carregar a franquia em busca de dias melhores. Em 3 anos de Clemson, Deshaun Watson era conhecido por ser um QB móvel, daqueles que também gostam de resolver as situações além do passe. Seu jogo de força e correria chamou a atenção de Houston que apostou as fichas no QB (eleito o melhor jogador de ataque da ACC, melhor jogador da ACC, ambos em 2015, e All-American). Seus primeiros jogos chamaram muito a atenção por conseguir inúmeras jardas e altos números de TDs. Seria o calouro da NFL de 2017 com sobras, não fosse uma lesão de ligamento no joelho, no treino, que o tirou de ação da temporada.

Voltou em 2018, mas com menos jogadas explosivas. O que não diminuiu o impacto dele no time, que levou os Texans aos playoffs mesmo perdendo peças como Will Fuller e Demaryius Thomas no decorrer do campeonato. Seu primeiro playoff também foi abaixo do que espera, mesmo jogando em casa. Ainda assim, Houston está em boas mãos com o seu camisa #4.

Selo Ryan Tannehill

Uma grave lesão interrompeu uma das sequências mais insanas de um calouro na liga. Ainda pode alçar vôos maiores.

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DeShone Kizer – 2ª rodada (pick 52 – Cleveland Browns)

0-15 W-L, 3081 jardas, 11 TD, 24 INT, 53,1% de acerto nos passes e rating de 58.9

Mais uma aposta dos Browns na busca pelo seu franchise QB. Depois da experiência Kessler não agradar, Hue Jackson decidiu apostar em DeShone Kizer, vindo de Notre Dame, uma das mais tradicionais da NCAA. Kizer não teve tanto destaque por lá, apesar de liderar a conferência Independent no college em passes. Apenas dois anos de universitário e uma chance na NFL… Desde que virou profissional, o QB não ganhou nenhum jogo que participou e sua estadia em Cleveland não durou mais que um ano. Foi trocado para os Packers, e segue como reserva de Aaron Rodgers. Quando entrou, não convenceu. E ficou lembrado em 2018 por sofrer um strip sack (sack + fumble forçado + fumble recuperado na mesma jogada) de Khalil Mack na abertura da temporada.

Selo Brandon Weeden

Não é nível Jamarcão para ser considerado um bust, mas não apresentou nenhuma relevância a NFL.

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Davis Webb – 3ª rodada (pick 87 – New York Giants)

Três anos em Texas Tech e mais um na Califórnia. Webb foi draftado para, no futuro, ser o sucessor de Eli Manning em NY. Mas nem chegou a estrear pelo azul da cidade, e foi cortado na véspera da semana 1 de 2018, sem ter jogado ao menos um snap. Assinou com os Jets e participa do practice squad da equipe, liderada por um QB mais jovem e com o aval do time para ser o novo comandante de NY.

Selo Brandon Weeden

Nem quando teve seu melhor ano no universitário, beirando as 4300 jardas, ganhou uma chance para mostrar seu jogo. Segue no ostracismo.

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C.J. Beathard – 3ª rodada (pick 104 – San Francisco 49ers)

1-9 W-L, 2682 jardas, 12 TD, 13 INT, 57,3% de acerto nos passes e rating de 74.6

Lançado no decorrer de 2017, Beathard veio de Iowa, sem muito destaque, para preencher o corpo de QBs do time, que ainda buscava uma identidade após a saída de Alex Smith. Beathard teve sua chance, mas com ele, o time não conseguia vencer. Tanto que na primeira oportunidade, SF buscou Jimmy Garoppolo, que precisou de apenas alguns segundos para ser o titular e dono da equipe. Veio 2018 e a lesão dos ligamentos de Jimmy G, abriu-se outra oportunidade para Beathard jogar. Mas com atuações abaixo do normal, Nick Mullens ganhou uma chance e com apenas um jogo, colocou C.J. novamente como backup. E segue por lá até hoje.

Selo Brandon Weeden

Até a cor do cabelo é a mesma…

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Joshua Dobbs – 4ª rodada (pick 135 – Pittsburgh Steelers)

43 jardas, 1 INT, 50,0% de acerto nos passes e rating de 24.0

Entre Landry Jones e Joshua Dobbs, levou a melhor o QB de Tennessee. Mesmo sem números alarmantes no college e com uma carreira OK na SEC, Dobbs ganhou a condição de reserva imediato de Big Ben, caso algum desastre acontecesse. E aconteceu, mas um ano depois, em Oakland. Quando o camisa #7 machucou, Dobbs assumiu o posto e não fez muita coisa. Big Ben ainda retornaria para o jogo e Dobbs para aprender o playbook. Continua como reserva imediato.

Selo Brandon Weeden

Nada relevante por lá, nada relevante por cá…

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Nathan Peterman – 5ª rodada (pick 171 – Buffalo Bills)

1-3 W-L, 548 jardas, 3 TD, 12 INT, 52,3% de acerto nos passes e rating de 32.5

Aposta de late round, Nathan Peterman caiu no Buffalo Bills, onde Tyrod Taylor não era tido como o futuro da franquia e sempre muito questionado. Mesmo com o time bem, a mudança na posição aconteceu. E Peterman entrou para a história como o QB com mais interceptações em um tempo na NFL (5). A tragédia foi tamanha que TT voltou e ainda ajudou na classificação dos Bills a pós-temporada. Peterman seguiu, Taylor foi trocado, mas Josh Allen chegou. Não demorou para o camisa #17 assumir, mas uma lesão o tirou de ação. Nova chance para Peterman dar a volta por cima… Sem sucesso. Dispensado após o jogo contra os Bears, o QB chamou a atenção de Jon Gruden e hoje faz parte do elenco do Oakland Raiders.

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Selo Nathan Peterman: o que esse jogador conseguiu, merece um selo próprio

É isso aí galera, muito obrigado a todos que acompanharam esse especial pré superbowl, esperamos que tenham gostado e deixem sua opinião, compartilhem, mandem ideias, estamos aqui prontos pra trazer mais informação pra vocês

Caio @caiofilippi e Vitor @chaveatle Silva.

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