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Time dos Sonhos – Futebol #4 – São Paulo FC

Antes de mais nada, uma menção ao maior de todos: jogador que mais vestiu a camisa tricolor, um dos maiores artilheiros, 25 anos defendendo este clube, maior goleiro artilheiro do mundo e que ganhou o status de Mito, Rogério Ceni, está fora dessa eleição, porque ele extrapola uma única posição neste time, ok?

O meu São Paulo de todos os tempos joga no 4-3-3:

Vamos aos escolhidos:

No Gol:

Zetti – O melhor de todos os tempos embaixo das traves, indiscutivelmente o melhor que já vestiu o manto. Seguro, ótimo na saída de gol e na construção de jogadas… que saudade…


Na Zaga:

Cafú – nem o fato de ter pulado o muro pra jogar no sem mundial tira o brilho do bi-campeonato da Libertadores e do Mundial. É cria da base do Mais Querido e é muito mais ligado ao Tricolor.

Roberto Dias – Não o vi jogar, mas não da pra ignorar que até Pelé o considera o melhor zagueiro contra quem jogou na carreira toda. Entre os que vi jogar, o meu escolhido seria Miranda – zagueiro completo. Rápido, preciso, ótimo no jogo aéreo e leal. Um paredão na frente da área que por anos garantiu o sono dos torcedores

Dario Pereyra – um dos melhores zagueiros que vi jogar no São Paulo, clássico, rápido e ainda sabia sair jogando. Titular da Celeste durante muito tempo, formou ao lado de Oscar, uma das melhores duplas de zaga que o Morumbi viu jogar, tanto que a torcida tricolor queria que Dario fosse convocado para Copa de 82 para fazer parceria com Oscar ao invés de Luizinho.

Júnior – chegou, não sentiu o peso do manto e levou o time ao tri-sul-americano e mundial. Formou ao lado de Cicinho uma das melhores duplas de alas que o São Paulo já teve. Consistente, cirurgico e habilidoso com a perninha esquerda. Craque!


Na Meiuca:

Pedro Rocha – El Verdugo foi o maestro do tricolor e da Celeste ao mesmo tempo. Ao mesmo tempo que tinha raça, demonstrava uma classe fora do comum. O Rei Pelé o considerava um dos 5 maiores jogadores de futebol do mundo, pela sua classe e habilidade. Aqui também não vi jogar, e se fosse escolher um que vi em campo seria Toninho Cerezo – o Maestro que chegou da Sampdoria pra ser Campeão do Mundo contra o Barça e que comandou o time no bicampeonato Mundial contra o Milan. Chegou com a mesma classe de sempre e mesmo limitado pela idade, liderou o time nas maiores conquistas possíveis

Gérson – chegou no São Paulo logo depois do Tri em 70 e foi mais um dos gigantes que chegaram ao Morumbi após a construção do Morumbi. Comandou um time muito talentoso que contava com Pedro Rocha, Pablo Forlán, Toninho Guerreiro e Chicão. Também não o vi jogar, então entre os que vi escolheria Pita – meia clássico, de passe preciso e faltas certeiras. Foi o ponto de equilíbrio no melhor e maior time de jovens que o Morumbi já viu. Era o verdadeiro maestro, liderou o time dos “Menudos do Morumbi” no bicampeonato brasileiro em 86.

Raí – nem precisa explicar a presença do “Terror do Morumbi” nessa lista, correto? Ele é o cara mais decisivo da sua geração. Que torcedor do Tricolor esquece as duas finais de campeonato paulista (contra o maior freguês dele) que o craque decidiu pra nós? E o Bi da libertadores em que até marcou gol de peito em final e o mundial sobre o Barça em que matou o todo poderoso time de Johan Cruyff com dois gols? Sendo o último uma pintura relembrada por todos… que saudade de um camisa 10 de verdade!


No Ataque:

Careca – Pra mim o melhor centroavante de todos os tempos. Completo em todos os fundamentos e mortal na grande área. Chegou pra substituir o Chulapa e não só deu conta, como foi artilheiro e campeão Brasileiro, além de vestir a 9 amarelinha em 2 Copas. Não foi a 3 porque em 82 estava lesionado.

Muller – que jogador versátil, rápido e habilidoso!! Além de muitas alegrias, nos deu 2 Brasileiros, 2 Libertadores e 2 Mundiais. Era infernal no campo de ataque com dribles precisos, é só lembrar que o zagueiro Ferrer do Barça está procurando ele até hoje.

Serginho Chulapa – nunca o maior goleador da história do Mais Querido poderia ficar fora da lista. Foram 242 gols com o manto, marca que ninguém conseguiu chegar perto e que nunca mais alcançará.


Menção honrosa a outros dois monstros sagrados do Morumbi: Telê Santana e Muricy Ramalho. Tivemos muitos técnicos vencedores lá, como Minnelli, Cilinho e Autuori, mas nenhum deles se compara em títulos e identificação com o Mais Querido! São dois monstros que construiram uma reputação e uma história muito vencedora não só no Brasil, mas na América e no mundo.

Sofrendo com o Time da Fé nos últimos 10 anos, contribuíram para o blog nossos colunistas Nozu (@rnozuma) e Michel (@michelfalmeida)

Categorias:esporte, futebol, Time dos Sonhos

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