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Time dos Sonhos – Futebol #17 – Esporte Clube Bahia

“O Time do Bahia que eu vi.”

Importante ressaltar que esse time é composto apenas com jogadores que vi jogar, não é aquela seleção de Bobô, Marido, Sapatão e Zanata, e sim apenas com atletas em que eu pude ver jogar. Time esse que minha memória esportiva me permite incluir, após 1993, antes disso não me recordo de ter acompanhado futebol de tão perto.

Vamos ao melhor tricolor de aço que vi, num 4-3-3:

No Gol:

Jean – O pai, pegava muito, mesmo não sendo os melhores anos de glória do esquadrão. Quem lembra do 0x0 contra o Palmeiras da Parmalat em pleno Parque Antarctica com ele fazendo verdadeiros milagres? Vai nossa lembrança ao Emerson Ferreti, outro gigante arqueiro do esquadrão.


Na Zaga:

Daniel Alves – Esse dispensa comentários, um dos melhores laterais da história do Brasil. Tem mais títulos sozinho que muitos clubes com 100 anos de história. 

Fabão – Batia até na Mãe, se ela fosse atacante. Jogava com a alma, além de dar suas botinadas e impor respeito lá atrás. 

Cabo Lima – Originalmente no meio, mas jogou várias vezes na zaga. Coloco o cabo  na zaga pois ele não pode ficar de fora desse time e não me lembro de uma boa dupla de beques

Serginho – A Lateral esquerda nunca mais foi a mesma depois da sua saída. O craque marcou época também no Milan, e defendeu o “Esquadrão” em 1993-94. Que jogador!!! Temos a memória afetiva de Ávine (rápido e habilidoso, em 2010 ajudou o Bahia a retornar à primeira divisão depois de 7 anos; além de conquistar 3 títulos baianos (2012, 2014 e 2015), mas não tem como comparar.


Na Meiuca:

Gregore – Pq não? O homem é uma máquina, faz tempo que a camisa tricolor não cai tão bem em alguém. Não vamos esperar sair pra reconhecer esse talento. 

Talisca – Yayá Talisca, apesar do pouco tempo atuando no time profissional, sua técnica é indiscutivelmente a mais refinada. Passada larga e cobrança de falta perfeita. 

Preto Casa Grande – incorporava o jeito tricolor como poucos, excelente visão de jogo e alma brigadora. ídolo nos anos 2000, campeão do Campeonato do Nordeste e vencedor da Bola de Prata da “Placar” em 2001. Simplesmente Preto, último 10 do tricolor de aço.


No Ataque:

Jobson – Jobgol, Ahhhh meus amigos, quanto talento desperdiçado. Ousadia, chute preciso e rapidez. Que camisa 11! É uma pena que ele faltou sabedoria.

Ueslei – Esse fazia gol de qualquer jeito. Artilheiro, matador, era implacável, o “Pitbull”, 4º maior artilheiro da história do clube . Menção honrosa para Nonato e seu extraordinário posicionamento e faro de gol.

Marcelo Ramos – esse cheirava a gol. Técnico e goleador, 6º maior artilheiro da história do clube, um craque.


Técnico: Evaristo de Macedo – esse é indiscutível, maior treinador do Bahia de todos os tempos. Professor Evaristo estará sempre no nodo nos nossos corações.


Com o coração muito emocionado pelos 30 anos do titulo nacional do tricolor de aço, nosso colega Leonardo Bamberg colaborou com o Blog, contrariando outros ilustres tricolores no Blog e nos grupos de WhatsApp.

Categorias:esporte, futebol, Time dos Sonhos

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