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MLB – Especial – Contratos – Parte 1 – Arremessadores

Salve salve letrados do Major Sports Blog!

Fevereiro, spring training dobrando a esquina e até agora somente um dos principais free agents desse ano decidiu aonde vai jogar em 2019, Manny Machado acabou de fechar com os Padres, mas ainda resta a novela Bryce Harper… Era esperado que ambos assinassem contratos recordes, porém, as franquias da MLB parecem estar um pouco receosas em entrar em contratos longos e caros.

Pensando nisso, criamos essa série especial, dividida em duas partes, onde iremos analisar os 10 maiores contratos já dado para arremessadores e os 10 maiores para rebatedores.
Como forma de avaliar os contratos, criamos alguns “selos” para dar o nosso veredicto!

Selo Mike Trout: contrato valeu muito a pena!

Selo Alex Gordon: não chega a ser bust mas também não é exatamente aquilo que se esperava.

Selo Giancarlo Stanton: cedo demais para avaliar.

Selo Yasiel Puig: começou com tudo, porém depois caiu de produção, deixando um gosto de “poderia ser melhor”.

Selo Bobby Bonilla: contrato bust total! Mas porque “Bobby Bonilla”? Da uma olhada nesse texto aqui que você vai entender: https://majorsports.blog/2018/07/01/happy-bob-bonilla-day-ou-como-os-mets-viraram-previdencia-privada/

10 MAIORES CONTRATOS PARA ARREMESSADORES

10) Jon Lester (6 anos/ 155 milhões/ 2015-2020) – Chicago Cubs

Os Cubs são uma das franquias mais “sofridas” da MLB. No final de 2014, a franquia chegava ao seu 106º ano sem conquistar a World Series. Porém o time vinha se reconstruindo com base em um bom farm system ao longo dos anos, e os torcedores viam a offseason de 2014 como fundamental para o time se colocar novamente “no páreo” para brigar por títulos. O principal desejo da franquia naquela offseason era o arremessador Jon Lester, um verdadeiro ACE quando o assunto eram playoffs, com dois títulos conquistados em seus tempos de Red Sox (sdds). Theo Esptein convenceu Lester a ir para Chicago com uma mega contrato de 6 anos e 155 milhões, e desde então Lester vem correspondendo. Seu principal ano sem dúvida alguma foi 2016, quando terminou a temporada com 19-5, ERA de 2,44 e 197 Ks, sendo selecionado para o All Star Game e, principalmente, ajudando os Cubs a chegarem ao tão sonhado título depois de 108 anos, sendo inclusive eleito o co-MVP da NLCS. Seus números sofreram uma pequena regressão nos dois anos seguintes, porém Lester continua sendo um pitcher que se mantem longe de lesões, porém até o momento Lester tem feito valer seu salário.

Veredicto: Um contrato que tem ares de ser Selo Alex Gordon, mas por ter ajudado a tirar o Cubs da fila de 108, vale o Selo Mike Trout!


9) Masahiro Tanaka (7 anos/ 155 milhões/ 2014-2020) – New York Yankees

Tanaka chegou a MLB aos 25 anos, depois de dominar absurdamente a NPB (Liga Japonesa) por 7 anos. E este talvez seja o diferencial desse contrato, visto que ele foi iniciado quando o jogador ainda estava para atingir seu auge, diferente da maioria dos contratos que iremos ver aqui, onde muitos se iniciam quando o jogador já esta prestes a entrar em declínio. Em seus 5 anos de MLB, Tanaka foi All Star em seu primeiro ano (2014m quando sua splitter era invisível aos rebatedores). Um problema no cotovelo, no qual ele e os Yankees optaram por um tratamento alternativo ao invés da cirurgia Tommy John, lhe custou alguns starts entre 2014 e 2015. Desde então, Tanaka vem se mantendo como uma constante na rotação dos Yankees. Apesar de não repetir os números impressionantes da NPB (como já era um pouco esperado), Tanaka hoje se mostra um pitcher bastante regular, apesar de estar um pouco abaixo do que se espera dos seus 22 milhões anuais. Tanaka ainda tem mais dois anos e 45 milhões no seu contrato.

Veredicto: um desempenho um pouco abaixo do salário pelo qual ele é pago, porém não podemos classificar como bust. Selo Alex Gordon!


8) CC Sabathia (7 anos/ 161 milhões/ 2009-2015) – New York Yankees

Sabathia (apelidado pela redação de “Teclas do Bronx”) esteve entre os principais arremessador das liga no início dos anos 2000, sempre com um número elevado de entradas e strikeouts, e um ERA entre 3.20 e 3.80. Viveu seu auge no Cleveland Indians em 2007, ano em que levou o time aos playoffs depois de seis anos e conquistou o título de Cy Young. Depois de uma troca no meio de 2008 e de BARBARIZAR a cidade de Milwaukee (11-2 em 17 starts, com 7 complete games, sendo que as últimas três vitórias foram com 3 dias de descanso, garantindo os Brewers nos playoffs), Sabathia assinou um mega contrato com os Yankees, que já se mostrou produtivo logo no começo, pois ele foi o ace do time que foi campeão em 2009. Sabathia permaneceu atuando com ace 2012 e inclusive adicional mais 2 anos ao seu contrato original (sendo um deles uma opção automática de performance), trazendo o valor total do seu contrato para 212 milhões e 9 anos. Porém a partir da temporada de 2013, CC entrou em declínio, por conta de lesões nos joelhos e problemas de perda de velocidade durante as três temporadas seguintes (2013, 2014 e 2015). Depois de modificar seu jogo, passando a utilizar mais a cutter e menos a fastball, CC conseguiu ressurgir das cinzas para 2016 e 2017, atuando como um bom 4-5 starter, porém longe de atuar perto do nível que seus 25 milhões anuais exigiam.

Veredicto: quatro excelentes anos (com um título), 3 medíocres e 2 apenas “ok”. No fim das contas saiu caro demais. Selo Yasiel Puig!


T-6) Stephen Strasburg (7 anos/175 milhões/2017-2023) – Washington Nationals

Stephen Strasburg surgiu para MLB no ano do draft de 2009, quando foi classificado “o mais aguardado prospecto da história”. Logo em sua estreia na MLB, em 2010, Stras fez história, com um desempenho sensacional: 7 inning, 0 runs e 14 (!!!) strikeouts. Porém logo o braço do garoto não aguentou e ele teve que passar pela cirurgia Tommy John, voltando a MLB apenas em 2012, quando foi All Star. Projetado como futuro ace de uma rotação, passou dos 200 innings em apenas um ano (2014, seu melhor ano), sempre convivendo com pequenas lesões no período que acabam lhe custando alguns starts. Mesmo assim, em 2016, o Nationals decidiu estender seu contrato, dando-lhe 7 anos de 175 milhões. Apesar de continuar a postar bons números nos três anos seguintes (duas vezes All Star, 3º no Cy Young em 2017) as lesões continuam sendo um problema para Stras, que não passou da marca dos 176 innings nesses três anos. Não da para classificar a carreira de Strasburg como bust, porém é visível que ele ficou muito aquém daquilo que se esperava dele, principalmente por conta das lesões que sempre acabaram limitando seus números. Se durante o seu auge físico (dos 25 aos 29 anos) ele não conseguiu se manter 100% saudável, difícil imaginar que consigo isso após entrar na casa dos 30 (a partir de 2019). Apesar de ter opção de se tornar free agent após as temporadas de 2019 ou 2020, é difícil de imaginar isto acontecendo aqui, visto com o mercado tem se desenvolvido nos últimos anos (leia-se casos J.D Martinez, Bryce Harper e Manny Machado). O cenário é mais provável é que Stras continue nos Nationals, a um preço nada muito amigável (restam ainda 5 anos e 138 milhões em seu contrato).

Veredicto: 5 anos e 138 milhões é muito dinheiro para um pitcher que não consegue se manter 100% saúdavel. Nationals vai conseguir um algum bom retorno, mas nada compatível ao tamanho do contrato. Selo Yasiel Puig!


T-6) Felix Hernandez (7 anos/ 175 milhões/ 2013-2019) – Seattle Mariners

“King Félix” tem sido a cara do Mariners desde que chegou a MLB com 19 anos, em 2005. O venezuelano rapidamente se tornou o ace de um time que vivia época de vacas magras após os produtivos anos 90. Hernandez viveu seu auge entre os anos de 2009 e 2013, quando foi Cy Young (2010, quando ganhou o prêmio com o menor ERA e tendo apenas 13 vitórias, quebrando um paradigma antigo de que as vitórias eram mais importantes que as corridas cedidas) e quando arremessou um Perfect Game em 2012 (1º e único da história do Mariners). Dados os números desses anos, em 2013 o Mariners decidiu estender seu ace pelo valor de 175 milhões divididos em 7 anos. Durante os três primeiros anos do contrato o “King” continuou a manter seus números habituais, indo três vezes ao All Star e liderando a liga em ERA durante o ano de 2014. O declínio chegou a partir de 2016, quando a lesões começaram a limitar seus resultados, atingindo seu ponto baixo durante a temporada de 2018, quando chegou a ser enviado para o bullpen devido aos números fracos como starter. Felix ainda é relativamente novo (33 anos em 2019) e tem mais um ano de contrato, porém terá que se reinventar para melhorar seus números daqui pra frente.

Veredicto: três anos excelentes, três anos ruins e um ano ainda pendente depois de seguidas lesões. Não chega a ser um bust, mas pelo valor pago se esperava mais. Selo Yasiel Puig!


5) Justin Verlander (7 anos/ 180 milhões/ 2013-2019) – Detroit Tigers

Justin Verlander é um dos grande pitchers a atuarem nos últimos 20 anos. Sempre apresentou tudo aquilo que se espera de um verdadeiro ACE: controle total da lineup, imposição de respeito e medo ao adversário, durabilidade e uma chuva de Ks. Seu auge veio em 2011, quando foi eleito Cy Young e MVP ao ganhar a Triple Crown, com 24 vitórias, 250 Ks e ERA de 2,39 e no início de 2013 o Tigers decidiu renovar o contrato de seu ace, assinando com ele uma extensão de 7 anos e 170 milhões. Após viver seu auge e bater na trave diversas auges, o fim parecia enfim ter chego para Verlander em 2014, quando seu ERA subiu mais de 1,0 (de 3,46 para 4,54) e ele diminuiu drasticamente seu número de strikeouts (217 para 159). Mais preocupante ainda era o fato de sua outrora temida bola rápida ter caído para uma média de 91 mph, bem diferente dos 95 mph que ele costumava atingir. Após um 2015 limitado por lesões, Verlander voltou a forma em 2016 e 2017, quando após fazer uma boa temporada pelo Tigers, foi trocado para o Tigers no “apagar das luzes” da waiver trade deadline, em 31 de agosto de 2017, para o Houston Astros, um dos favoritos a World Series daquele ano. Nos Astros, Verlander elevou ainda mais seu nível de jogo, não perdendo nenhum jogo até o fim da temporada regular. Ele foi coroado MVP da ALCS de 2017 após uma performance brilhante contra o poderoso ataque dos Yankees, o que ajudou os Astros a atingir a conquista inédita pra franquia (e também para Verlander). Seu 2018 foi novamente em alto nível, e ele não da mais sinais de que está em decadência.

Veredicto: um verdadeiro ace, fez valer a grana de seu contrato, principalmente para o Astros, que ficou pelos 3 últimos anos e conquistou um título muito graças a ele. Selo Mike Trout!


4) Zack Greinke (6 anos/ 206 milhões/ 2016-2021) – Arizona Diamondbacks

Zack Greinke já havia garantido um belo de um contrato com os Dodgers no final de 2012, quando assinou por 6 anos e 147 milhões. Porém esse contrato tinha uma peculiaridade: havia uma cláusula que permitida a Greinke se tornar novamente free agente após o 3º ano, e foi exatamente isso que ele fez, após ter um dos seus melhores anos em 2015, quando terminou a temporada com 19 vitórias, 6 derrotas, 200 strikeouts em 222.2 innings, com o melhor ERA da liga, 1,66. Vendo isso, o rival do Dodgers (Diamondbacks) não perdeu tempo e ofereceu esse mega contrato, visando fortalecer o próprio elenco e também enfraquecer o rival, que contava na época com um excelente 1-2 punch na rotação, com Kershaw e Greinke. Depois de um primeiro ano instável (seu ERA quase triplicou, passando para 4,37), Greinke recuperou a forma nos dois anos seguintes. O problema é que nesse meio tempo o Dbacks foi a pós temporada apenas em 2017 (eliminação na NLCS frente ao Dodgers) e o time decidiu entrar em rebuild após a temporada de 2018, trocando seus principais jogadores (como Paul Goldschimt). O problema aqui é que Greinke terá 35 anos em 2019 e tem ainda 3 anos de quase 100 milhões para receber do seu contrato, números que não condizem com a condição de um time em rebuild. Sem conseguir encaixar Greinke em uma troca, o time do Arizona inicia 2019 com a expectativa que Greinke tenha números excelentes para tentar despachar ele e o restante do seu contrato para outra equipe.

Veredicto: apesar dos bons números apresentados nos 3 primeiros anos, Arizona está com um problema nas mãos para se livrar de um pitcher com 35, longe do seu auge e com 95 milhões atrelados ao seu contrato. Selo Bobby Bonilla!


3) Max Scherzer (7 anos/ 210 milhões/ 2015-2021) – Washington Nationals

Max Scherzer é um caso de um pitcher que surgiu “tarde” aos olhos da liga, ganhando realmente destaque a partir da sua temporada como Cy Young em 2013 aos 28 anos. Quando se tornou free agente, optou por ir para a capital dos Estados Unidos e ser o líder do Nationals que estava com tudo para aproveitar a janela Bryce Harper e tentar o primeiro título da história da franquia. Apesar de isso não ter acontecido, Scherzer tem feito valer cada centavo do seu contrato. Em 4 anos foram 2 CY Young (mais um 2º lugar e um 5º), um caminhão de strikeouts e performances pra lá de dominantes, com direito a dois no-hitters no período. Scherzer é hoje um dos pitchers mais temidos da liga, com seu estilo de jogo agressivo e dominante, entregando mais de 200 entradas ano sim ano também. O Nationals até agora não teve sucesso nos playoffs (nota do editor Rangel “Vô”: nunca serão #VoltaExpos) porém a decisão de assinar um contrato com Scherzer até o momento prova-se extremamente acertada.

Veredicto: um verdadeiro ACE. Selo Mike Trout!


2) Clayton Kershaw (7 anos/ 214 milhões/ 2014-2020) – Los Angeles Dodgers

Clayton Kershaw é o grande pitcher dessa geração e definitivamente já garantiu seu lugar como um dos melhores jogadores da história (Hall da Fama é questão de tempo). Depois de ser Cy Young 2x entre 2011 e 2013, o Dodgers decidiu estender o contrato do seu ace, assinando na época para um pitcher da história. Kershaw correspondeu logo no 1º ano, sendo eleito Cy Young, MVP e ganhando a Triple Crown (líder em wins, ERA e strikeouts). Kershaw continuou dominante nos anos seguintes, permanecendo sempre no top 5 da votação para Cy Young (com exceção de 2018), porém lesões impediram que ele tivesse mais que 30 starts nos seus últimos 3 anos. O grande porém da carreira de Kershaw é sua performance nos playoffs. Apesar da visível melhora nos playoffs, ainda falta ao The Claw aquele desempenho memorável numa pós temporada, tal qual teve David Price em 2018. Kershaw deu opt out no seu contrato ao final de 2018 e renovou por mais 3 anos e 93 milhões.

Veredicto: Kershaw tem sido um dos melhores pitchers da liga a anos, valeu cada centavo pago até agora. Selo Mike Trout!


1) David Price (7 anos/ 217 milhões/ 2016-2022) – Boston Red Sox

David Price era um dos mais aguardados prospects do final dos anos 2000, e um dos seus primeiros momentos como profissional deram uma amostra do que seria sua carreira nos anos seguintes, seu memorável save no jogo 7 da ALCS em 2008, garantindo o surpreendente Tampa Bay Rays na World Series. Price logo atingiu todo o potencial que se esperava dele, sendo eleito Cy Young em 2012 e se tornando um dos pitchers mais dominantes da liga. Quando se tornou free agente, Dave Dombrowski (esse cara gosta mesmo do gastar dinheiro dos outros) não perdeu tempo e deu esse mega contrato para Price. A torcida do Red Sox ficou um pouco receosa, dado o tamanho do contrato para um pitcher que estava entrando na casa dos 30 e que tinha um certo histórico de rixas com o Red Sox (principalmente com o maior jogador da história da franquia, David Ortiz). Outro questionamento era o histórico do Price nos playoffs, que é quando se separam os homens dos meninos. Apesar de ser um arremessador tão dominante, Price não tinha até o momento nenhuma vitória como titular em outubro. Seu primeiro ano foi “ok”, porém longe do nível ACE que se esperava dele. Sua performance nos playoffs foi pífia e seu 2017 foi prejudicado por uma lesão no cotovelo, quando teve que se mudar para o bullpen para não agravar mais a lesão. Após um 2018 que também ficou aquém do esperado para o pitcher mais bem pago da história, Price enfim apareceu para os Red Sox. Após sofrer em seu 1º jogo dos playoffs de 2018, Price corrigiu um problema de mecânica de seu arremesso e garantiu uma performance histórica nos playoffs. Venceu os jogos decisivos da ALCS e da World Series, ambos com apenas 3 dias de descanso. Merecia ter sido eleito no mínimo co-MVP da World Series e garantiu para sempre seu lugar na história do Red Sox. Ainda restam mais 4 anos e 127 milhões em seu contrato, mas para a Red Sox Nation, ele já valeu cada centavo pago.

Veredicto: em suas três temporadas regulares, Price ficou aquém do que é pago é ele. Sua performance nos playoffs conta muito, porém Price vai precisar de mais algumas temporadas boas para fazer valer seu dinheiro. Selo Alex Gordon (sem clubismo, porque só pelos playoffs de 2018 pra mim já vale o Selo Mike Trout).


Após toda essa pesquisa e muita “cornetagem sincera” nosso amigo Guilherme (@marodingui) destrinchou os maiores contratos de jogadores de baseball até o momento, em dois capítulos reveladores, este é só o primeiro.

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